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ELEIÇÕES 2018. Sartori não afirma, mas também já não desmente possibilidade de buscar novo mandato

José Ivo Sartori, na entrevista durante o evento “Tá na Mesa”, na Federasul, sobre candidaturas, s diz preocupado com “superaventuras”

No jornal eletrônico SUL21, com texto de FERNANDA CANOFRE e foto de LUIZ CHAVES (Piratini)

O governador José Ivo Sartori (MDB) foi o convidado desta quarta-feira (14), do “Tá na Mesa”, evento de debates da Federasul. Em coletiva de imprensa que durou pouco mais de meia hora, ele respondeu perguntas sobre o Regime de Recuperação Fiscal e sobre uma possível candidatura à reeleição para o Piratini. A sete meses do pleito, Sartori se esquivou de uma resposta definitiva.

“Por que eu evitei falar até hoje sobre essa questão? Primeiro lugar, porque como é um ano eleitoral, se fosse falar sobre uma possível ou não possível presença minha no processo eleitoral, ia gerar em mim mesmo um conteúdo diferente e uma forma diferente de tratar o processo. Não iria continuar a tomar as mesmas medidas, ações ou fazendo propostas de mudanças da estrutura do Estado do Rio Grande do Sul. Por enquanto, vamos aguardar os acontecimentos”, respondeu ele a jornalistas.

Em março do ano passado, na convenção do PMDB que elegeu o deputado Alceu Moreira como presidente da legenda no Rio Grande do Sul, o nome de Sartori já vinha sendo apoiado para a reeleição. Na coletiva desta quarta, porém, ele lembrou que já foi chamado de “esfinge” e completou: “Eu gostaria de dizer mais uma vez aquilo que eu sempre repito: se eu não posso dizer que sim, também não preciso dizer que não”.

Iniciando o quarto ano de mandato, só agora o governo consegue chegar próximo de algumas metas colocadas como essenciais pelo próprio Sartori. Quando perguntado se isso sinalizaria que precisa de outro mandato, mais tempo, para atingir o programa que havia pensado, o governador desconversou.

“Eu acredito que a eleição é importante para a vida do país. Só espero que todo mundo reflita, pense, analise, para que não tenhamos nenhuma aventura nem no Brasil, nem no estado do Rio Grande do Sul. Nós já tivemos aventuras nas escolhas que foram feitas no Brasil. Pior ainda se for uma superaventura”.

Ele também não quis responder diretamente se “a superaventura” seria o pré-candidato à Presidência pelo PSL, deputado Jair Bolsonaro. “Não sou eu o julgador da consciência dos outros. (…) Devo dizer, olha, eu esperaria que toda a nossa sociedade escolha uma pessoa que tenha afinidade com o processo, seja…”

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LEIA TAMBÉM:

O futuro do Rio Grande a gente faz agora, afirma Sartori na Federasul”, de Mirella Poyastro, da Assessoria de Imprensa do Palácio Piratini (AQUI)

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