AssembleiaEstadoSegurança

SEGURANÇA PÚBLICA. Valdeci defende a ampliação do monitoramento eletrônico a detentos do semiaberto

Agentes da segurança pública gaúcha participaram do debate, no parlamento gaúcho
Agentes da segurança pública gaúcha participaram do debate, no parlamento gaúcho

O tema foi discutido nesta quarta-feira, na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa. Ao debate compareceram representantes da Superintendência de Serviços Penitenciários.

Mas, em que circunstâncias houve o encontro e o que dele se extraiu, você confere no material produzido pela assessoria de imprensa do líder do governo no Legislativo. O texto e a foto são de Tiago Machado. A seguir:

Valdeci apoia ampliação do monitoramento eletrônico de presos

A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa debateu, nesta quarta (7), em Porto Alegre, o monitoramento eletrônico de apenados, prática que está em operação efetiva há 68 dias no Estado. O coordenador do programa na Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe), Cezar Cordeiro, e a agente penitenciária Maisa de Oliveira apresentaram aos deputados membros da comissão, entre eles o deputado Valdeci Oliveira (PT), os primeiros resultados obtidos, as metas e a forma como as tornozeleiras equipadas com sistema de GPS estão sendo utilizadas.

Conforme Cordeiro, 320 apenados do regime semiaberto estão sob a monitoração do dispositivo. A meta é expandir para 1 mil até o final do ano e 5 mil em cinco anos. “O dispositivo acaba com a situação de não se saber a localização do apenado fora do presídio”, afirmou o coordenador.

Além de favorecer a ressocialização do preso, por permitir a retomada do convívio social dele com a família, o equipamento gera economia ao Estado. “O custo do aluguel do dispositivo e da sua estrutura operacional é de R$ 400 por mês por preso, 70% menos que o custo do apenado no presídio, que é de R$ 1,2 mil por mês”, informou.

O deputado Valdeci Oliveira (PT) apoiou a medida e defendeu sua ampliação. “É uma ação eficaz, necessária e barata. Inclusive, ela ajuda a quebrar a lógica do crime organizado, uma vez que muitas facções utilizam pessoas do semiaberto para cometer novos crimes e assim financiar as organizações. Quem está sob monitoramento, passa ser um alvo fácil das autoridades caso reincidir”, afirmou.

Dos 320 presos monitorados, que são de Porto Alegre, Novo Hamburgo e Torres, apenas cinco foram declarados foragidos. “O rompimento da tornozeleira é crime. Quem comete isso, sofrerá regressão de pena ”, explicou .

De acordo com a Susepe, o monitoramento eletrônico começou a ser testado em 2010 no Estado, mas devido aos custos na época o projeto foi adiado. Atualmente, em vez de materiais importados, a tecnologia utilizada é nacional e a empresa fornecedora dos equipamentos é de Brasília. “As tornozeleiras são como um telefone celular equipado de sistema GPS e sensores de ar e de luz. Assim que o preso se afasta da área permitida, automaticamente são disparados alertas para a central de monitoramento”, explicou o corregedor.

A agente penitenciária Maisa de Oliveira afirmou que os presos monitorados recebem também acompanhamento social do Estado.” 

Artigos relacionados

ATENÇÃO


1) Sua opinião é importante. Opine! Mas, atenção: respeite as opiniões dos outros, quaisquer que sejam.

2) Fique no tema proposto pelo post, e argumente em torno dele.

3) Ofensas são terminantemente proibidas. Inclusive em relação aos autores do texto comentado, o que inclui o editor.

4) Não se utilize de letras maiúsculas (CAIXA ALTA). No mundo virtual, isso é grito. E grito não é argumento. Nunca.

5) Não esqueça: você tem responsabilidade legal pelo que escrever. Mesmo anônimo (o que o editor aceita), seu IP é identificado. E, portanto, uma ordem JUDICIAL pode obrigar o editor a divulgá-lo. Assim, comentários considerados inadequados serão vetados.


OBSERVAÇÃO FINAL:


A CP & S Comunicações Ltda é a proprietária do site. É uma empresa privada. Não é, portanto, concessão pública e, assim, tem direito legal e absoluto para aceitar ou rejeitar comentários.

Um Comentário

  1. Efetivo mesmo era abolir o semiaberto. Ou então, no caso do elemento cometer um crime que seja acusado o juiz que lhe concedeu a progressão, como cúmplice.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo