50 ANOS. Orlando Fonseca e os ecos do Maio de 68, aqui e no mundo, dos eventos só iniciados na França

50 ANOS. Orlando Fonseca e os ecos do Maio de 68, aqui e no mundo, dos eventos só iniciados na França - orlando-chamada-1“Cinco décadas, meio século. Este é o tempo que nos separa dos eventos que tomaram Paris, e a França e o mundo todo de um modo geral, em maio de 1968. Está a meio caminho, no tempo, entre o final da Primeira Guerra e hoje. E o que tem mais repercussão sobre o que percebemos na sociedade mundial: os ecos de uma guerra secular, ou os protestos estudantis de cinquenta anos atrás? A sanha bélica, ou a imaginação no poder?…

… Os eventos na capital francesa não se prendem apenas ao mês de maio – embora este seja significativo como ponto de partida e definição. E se compõem da confluência de  três crises: a estudantil, localizada no Quartier Latin e que apresenta as imagens mais iconográficas; operária, através de uma greve geral de…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Maio de 68”, de Orlando Fonseca. Orlando é professor titular da UFSM – aposentado, Doutor em Teoria da Literatura, PUC-RS, e Mestre em Literatura Brasileira, UFSM. Exerceu os cargos de Secretário de Cultura na Prefeitura de Santa Maria e de Pró-Reitor de Graduação da UFSM. Escritor, tem vários livros publicados, foi cronista dos Jornais A Razão e Diário de Santa Maria. Tem vários prêmios literários, destaque para o Prêmio Adolfo Aizen, da União Brasileira de Escritores, pela novela Da noite para o dia, WS Editor; também finalista no Prêmio Açorianos, da Prefeitura de Porto Alegre, pelo mesmo livro, em 2002.

OBSERVAÇÃO DO EDITOR: a imagem que ilustra esta nota é uma reprodução da internet.



3 comentários

  1. O Brando

    História do maio de 68 é simplificada para conveniência dos vermelhinhos. Pessoal da universidade de Nanterre queria livre acesso aos dormitórios femininos. Aconteceram confusões e prisões. Mais manifestações. Estudantes foram pro pau com as Companhias Republicanas de Segurança. Jornais de esquerda sentaram o k7 nos estudantes, o governo de Gaulle era não alinhado na teoria, mas na prática era antiamericano e antibritânico. Alás, de Gaulle começou a quinta república porque os socialistas tinham deixado o país uma esculhambação. Mais confusões. governo perdeu o apoio da esquerda. Greve geral do funcionalismo público. Confusão amaina, funcionalismo ganha 11% de aumento e acaba a greve. De Gaulle convoca eleições parlamentares e ganha de lavada. Vai para a eleição presidencial e perde. Bem resumido, mas é mais ou menos isto.

  2. O Brando

    Engraçado que nunca falam do PRI no México, partido filiado a internacional socialista (nos 80 deu uma guinada à direita). No mesmo 1968, em protestos semelhantes aos que ocorreram na França, prenderam 1300 pessoas e mataram perto de 300. Nisto nunca falam.

  3. O Brando

    Jornadas de junho de 2013 começaram com o PSOL e terminaram com os Black Blocks.
    Imaginação no poder é “libertadora”, no caso da Dilma ‘libertou’ as idéias de jerico econômicas. Deu no que deu. Pior é que os efeitos irão durar ainda muito tempo.
    Espírito rebelde? Onde estão os indignados? E o Occupy Wall Street?
    Explicar porque não volta um movimento que não se sabe porque começou (até mesmo porque tinha múltiplas causas) pode ser objeto de múltiplas teses para múltiplos gostos. Mas se os vermelhinhos gostariam que voltasse é um bom motivo para não voltar. Alás, vermelhinhos deviriam se conscientizar de uma coisa, não são a palmatória do mundo, ninguém lhes deve “sastifação”.

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