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EDUCAÇÃO. Magistério estadual decide entrar em greve. Governo diz que as escolas vão estar abertas

Conforme estimativa do CPERS-Sindicato, em nota PUBLICADA na versão online de Zero Hora, mais de 2 mil professores estiveram na assembleia realizada na tarde passada, na capital, e que decidiu pela entrada em greve a partir de já. Menos gente, claro, do que já conseguiu a entidade levar para uma decisão desse tipo.

Talvez, taaaalvez, por isso o Governo do Estado, que refuta a ideia de que não esteja negociando com a categoria, já garantiu, em entrevista do secretário de Educação, José Clóvis Azevedo, que as escolas estarão abertas esperando os alunos, na próxima segunda-feira.

Fiquemos, agora, com as duas versões. Uma, da assessoria de imprensa do CPERS; outra, do Palácio Piratini. Acompanhe ambas, a seguir:

Conforme estimativa do sindicato, mais de 2 mil professores participaram do evento, que começou por volta das 14h no Auditório Araújo Vianna, em Porto Alegre. Se uniram à eles um grupo de estudantes favoráveis às reivindicações, que carregavam cartazes pedindo o passe livre.

Agora é greve

Os trabalhadores estaduais da educação decidiram entrar em greve por tempo indeterminado, a partir desta sexta-feira 23. A decisão foi tomada em assembleia geral realizada, na tarde de hoje, no auditório Araújo Vianna, em Porto Alegre.

Amanhã (sábado 24), o Comando de Greve se reúne para discutir e preparar as atividades da paralisação. O encontro será na sede central do sindicato, na capital, a partir das 9 horas. No mesmo dia, comandos serão formados nos 42 núcleos da entidade, distribuídos pelo Estado. 

A categoria reivindica o pagamento do piso salarial para professores, hoje com valor de R$ 1.567,00 para uma jornada de 40 horas semanais. A jornada de trabalho no RS é de 20 horas semanais…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

Governo alerta que escolas devem abrir mesmo com a decisão de greve

Em entrevista coletiva na tarde desta sexta-feira (23), em Porto Alegre, o secretário de Estado da Educação, Jose Clovis de Azevedo, informou que diante da decisão de greve, por parte do CPERS, estão em suspenso todos os avanços propostos pelo Governo como, por exemplo, as promoções de 2003-2012; o abono de faltas relativo às atividades sindicais entre 2008-2010 e a inclusão de servidores que atuam em escolas, no plano de carreira. 

Azevedo também enfatizou que as declarações do sindicato de que o Governo do Estado não respondeu à pauta do CPERS não são verdadeiras. O documento entregue à direção do sindicato, no dia 15 de agosto de 2013, respondeu detalhadamente a cada um dos 27 itens apresentados. Na reunião ocorrida no dia 19, com o pedido de maior objetividade às respostas, o secretário, propôs outra audiência de negociação com a presença, inclusive, de secretários de outras pastas já que a pauta extrapola questões da educação…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

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