CRÔNICA. Orlando Fonseca, a força das palavras e a tática político-ideológica que inclui controlar o idioma

CRÔNICA. Orlando Fonseca, a força das palavras e a tática político-ideológica que inclui controlar o idioma

CRÔNICA. Orlando Fonseca, a força das palavras e a tática político-ideológica que inclui controlar o idioma - orlando-chamada-2“….Quando são usados termos do dialeto da caserna, do futebol, do economês, está tudo certo, ninguém se constrange, ninguém estranha.

Há uma seletividade perigosa na conjuntura nacional: ideologia é apenas um dos lados; a tendência conservadora não é considerada, pois está do lado do senso comum, ao lado do que se naturaliza na consciência da população. E os que pretendem gerenciar, não apenas as contas públicas, mas também a vontade – mentes e corações do brasileiro – popular, sabem que uma política de controle sobre o idioma é uma tática poderosa.

A palavra tem poder, e eu sei disso, pois tenho vivido dela a minha vida inteira, sou professor de Língua Portuguesa, produção textual, já há 41 anos; sou cronista de…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Senso incomum”, de Orlando Fonseca. Orlando é professor titular da UFSM – aposentado, Doutor em Teoria da Literatura, PUC-RS, e Mestre em Literatura Brasileira, UFSM. Exerceu os cargos de Secretário de Cultura na Prefeitura de Santa Maria e de Pró-Reitor de Graduação da UFSM. Escritor, tem vários livros publicados, foi cronista dos Jornais A Razão e Diário de Santa Maria. Tem vários prêmios literários, destaque para o Prêmio Adolfo Aizen, da União Brasileira de Escritores, pela novela Da noite para o dia, WS Editor; também finalista no Prêmio Açorianos, da Prefeitura de Porto Alegre, pelo mesmo livro, em 2002.

OBSERVAÇÃO DO EDITOR: a imagem que ilustra esta nota é uma reprodução de internet.



1 comentário

  1. O Brando

    Nem toda ação militar é belicosa. Bélico vem de duelo no latim, combate entre dois contendores. Existem operações de paz, por exemplo, nas quais a ação militar visa justamente evitar o conflito.
    As vezes é necessário ser o mais objetivo possível, caso contrário algumas pessoa não entendem. A todos, inclusive as minorias, são garantidos os direitos fundamentais. ‘Estar em evidencia’, ideologia da esquerda, não é um deles.
    O ENEM deve cobrar o idioma oficial culto, o que se exige de todos. Inclusive os números mostram que não é o forte de muitos que fazem a prova. Ou seja, relativismo da esquerda também é ideológico.
    Nunca vi um concurso com texto contendo dialeto da caserna. Caso aconteça, reclamações também serão descabidas.
    Em tempo: vermelhinhos estão batendo na tecla ‘militarismo’, ‘militarismo’, ‘militarismo’. Orquestrado como de costume. Repetir mil vezes não é só coisa de nazista.

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