SAÚDE. Sefas divulga os números da UPA em 2018: 119,4 mil pessoas atendidas e 108 mil exames feitos

SAÚDE. Sefas divulga os números da UPA em 2018: 119,4 mil pessoas atendidas e 108 mil exames feitos

SAÚDE. Sefas divulga os números da UPA em 2018: 119,4 mil pessoas atendidas e 108 mil exames feitos - upa-fachadaDa Assessoria de Imprensa da Sefas, em material assinado por TICIANA FONTANA e JULIANA GELATTI

A UPA (Unidade de Pronto-Atendimento 24 horas) de Santa Maria, administrada pela SEFAS, funciona ao lado do Hospital Casa de Saúde (foto acima) e atendeu 119,4 mil pessoas durante o ano de 2018. Além disso, realizou mais de 88 mil exames laboratoriais e mais de 20 mil exames radiológicos.

Gerenciada pela SEFAS, a primeira unidade de porte III do Estado supera o total de atendimentos de UPAs do mesmo porte de cidades maiores. Os números impressionam pela quantidade e complexidades dos casos que chegaram até a UPA no ano passado: apenas emergências totalizaram mais de 8 mil casos – quase um atendimento emergencial por hora.

Confira o quadro abaixo:

SAÚDE. Sefas divulga os números da UPA em 2018: 119,4 mil pessoas atendidas e 108 mil exames feitos - upa-números– Estamos muito próximos de atingir a meta de atendimentos do Ministério da Saúde, graças à nossa capacidade de atendimento, competência das equipes técnica e médica, além de nossa estrutura física – avalia Gabriel Gausmann Oliveira, coordenador administrativo da UPA.

No local, existem 12 leitos de observação adulto, 2 de isolamento, 4 pediátricos e 4 de emergência que raramente ficam ociosos e operam dentro da demanda exigida nas áreas de clínica geral e pediatria. A estrutura é tão completa que seis médicos atuam por turno na UPA.

Também chamam a atenção os dados referentes à gravidade de casos atendidos no local: conforme as informações coletadas, mais da metade dos pacientes graves com indicação de tratamento em Unidade Tratamento Intensiva (UTI) permaneceram na UPA. Um dos fatores é a dificuldade de transferência aos hospitais de referência.

– Trabalhamos em conjunto com os hospitais da região para que a UPA estabilize o paciente e, conforme a gravidade do caso e capacidade de atendimento desses hospitais, encaminhamos os pacientes para internação” – observa Gausmann.

A maioria dos pacientes em estado grave apresentou problemas cardiológicos e neurológicos. Ao longo do ano passado, a UPA atendeu 793 casos de pacientes psiquiátricos em surto – uma média de dois por dia. A maioria foi encaminhada para acompanhamento no CAPs (Centro de Assistência Psicossocial) do município.

A quantidade de atendimentos realizados no ano passado foi tão grande, que é como se quase metade da população da cidade tivesse passado pela UPA em um ano (cerca de 261 mil pessoas segundo dados do IBGE).

– O trabalho na UPA exige das equipes técnicas, mas também exige o gerenciamento em vários aspectos como de pessoal, de materiais e administrativo. Impressiona o número de atendimentos e a gravidade dos casos. Outro motivo que, muitas vezes, sobrecarrega a UPA é a falta de leitos, o que faz com que pacientes fiquem ocupando leitos de observação. É preciso destacar a importância deste serviço para a comunidade santa-mariense – afirma irmã Ubaldina Souza e Silva.



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