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SALA DE DEBATE. Um dia de Gre-Nal, o ‘0800’ das entidades filantrópicas, trânsito e sinalização em SM

Mediador Roberto Bisogno (E), editor e convidados: Elizabeth Copetti, Eni Celidonio e João Marcos Adede Y Castro (foto Gabriel C. Prado)

Uma quarta-feira atípica, no que se refere a pelo menos um tema. Sim, o futebol, por força da presença confirmada do Grêmio e a luta do Internacional para chegar às semifinais da Copa Libertadores, acabou por ganhar espaço privilegiado no “Sala de Debate” de hoje, entre meio dia e 1 e meia, na Rádio Antena 1. Na mediação, Roberto Bisogno conduziu as discussões do programa e que contaram com a interferência dos ouvintes e a participação deste editor e dos convidados do dia, Elizabeth Copetti, Eni Celidonio e João Marcos Adede Y Castro.

Além da questão esportiva, pelo menos outros dois temas tiveram amplo destaque, hoje. Um foi a situação das entidades filantrópicas e a participação de, digamos, terceirizados na busca de recursos através do contato telefônico. Outro tratou de uma situação bem urbana: a velocidade nas vias urbanas e os “quebra-molas” – sua utilidade, viabilidade e até legalidade.

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4 Comentários

  1. Abuso de autoridade é exceção, não a regra. Advogados estão contentes porque vai pingar mais um no bolso da categoria, mais ações de abuso, mais dimdim.
    Quanto a lei aprovada, se alguém quiser me vender um porco com um pelego costurado por cima dizendo que é uma ovelha, apesar da notória burrice, vou desconfiar. Vai resolver o problema real dos abusos? Não creio.
    Inquérito civil se tiver TAC, salvo melhor juízo, tem que esperar o cumprimento do mesmo para depois ir para o arquivo. Pode até estar perdido no meio da burocracia.

  2. Olhei por alto o que saiu da segunda turma. Juiz considerou que o autor da delação é co-réu. Primeiro se manifesta o MP, titular da ação penal, depois os acusados (eram alegações finais). STF considerou que ‘existe uma lacuna na lei’, ou seja, delatores são também parte da acusação. Logo deveria se manifestar o MP, depois os delatores, depois os acusados. Logo é cerceamento de defesa e o processo volta para primeiro grau. Provavelmente reabre o prazo de alegações finais para os acusados e acontece nova sentença. Dificilmente existirá alguma alteração no resultado das ações, mas aumenta a chance de prescrição e impunidade.
    Prato cheio para os teoristas da conspiração, um monte de kircheristas argentinos envolvidos com a Odebrecht tiveram processos anulados (ou coisa do gênero).

  3. Quebra mola faltam alguns na cidade. Um na Duque de Caxias entre Presidente e Medianeira. Na madrugada o pessoal senta o pé na tábua ali. Outro na paralela, na Barão. Quem desce a Medianeira e precisa fazer retorno antes de chegar no Santuário precisa pegar a direita logo depois da sinaleira. Depois pega a esquerda e desce para pegar a dita cuja (dependendo do horário tem engarrafamento). Pois bem, carros estacionados tiram a visibilidade. Tem uma baixada que também não ajuda, esconde o carro que desce. Se alguém descer a Barão correndo e não for visto chance é de uma colisão. Noutro dia quase os automóveis quase subiram a calçada, até bombeiros foram chamados. Ou seja, inevitáveis os quebra molas numa cidade de manetas pés de chumbo.

  4. Obra de engenharia não tem nada a ver com pesquisa. Anos atrás (pouco antes de uma reforma grande no edifício Guanabara) um professor da engenharia civil terminou doutorado na USP. Modificação das propriedades do cimento pela adição de cinza da queima da palha de arroz. Se construíssem um prédio com este cimento a obra não seria pesquisa, seria aplicação. Caso da UFSM (com prêmio ou não) é semelhante, existem empresas em SP especializadas neste tipo de sistema.
    Para promover a UFSM já vi gente dizendo que a lâmpada de LED foi desenvolvida aqui. Não ficou nem vermelho. Talvez já fosse por dentro.
    Alás, o grafeno é produzido artificialmente pelo que pude apurar. Dizer que existem jazidas na Amazônia é o mesmo que afirmar que existem depósitos de computadores sem dono por lá.

  5. O imperador de todos os males. Tratamentos existem, mas não é o mesmo para todos. Depende de quem, onde e quanto.
    SUS, plano de saúde, poder aquisitivo, país, etc. Em alguns casos não faz diferença, em outros faz toda. Protocolos mais avançados geralmente são mais caros, até se ‘popularizarem’ demora tempo. Até a pesquisa faz diferença. Noutro dia saiu a noticia de um garoto americano (se não me engano). Diagnosticado com leucemia foi tratado com quimio, o que resolveria 85% dos casos. Não é uma doença só, daí as estatísticas. Guri estava condenado. Resolveram retirar as células de defesa do organismo do piá e modificar geneticamente para identificar as doentes. Funcionou, aconteceu remissão. Fosse noutro lugar não terminaria assim.

  6. Necessidade de conversar se vê por ai. Quem espera na fila invariavelmente observa pessoas de idade conversando com o atendente atrás do balcão. Do mesmo jeito alguém já deve ter visto alguma mulher gastando tempo procurando a bolsinha dentro da bolsa para depois gastar mais tempo catando moedas. Acontece no trânsito também, pessoa acha que porque não está com pressa ninguém está.

  7. A velhice é um causo sério que o tempo nos conta sem rir dizia o outro. Capacidade cognitiva (que diminui a partir dos 45) e física vão-se e algumas pessoas descobrem da pior maneira possível. O ‘acho que vai dar’ provoca acidentes automobilísticos e atropelamentos, por exemplo.

  8. Petista sem carro filando carona não causa espanto, destaque é para ‘o que é isto companheiro?’.
    Filantrópicas têm que abrir o olho, Jereissati quer ‘contribuição’.

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