DA HORA. Vem aí “Alexandra”, que fala de trabalho, feminismo e muito mais, na voz de Alexandra Zanela

DA HORA. Vem aí “Alexandra”, que fala de trabalho, feminismo e muito mais, na voz de Alexandra Zanela

Do portal especializado Coletiva.Net, com imagem de Reprodução

DA HORA. Vem aí “Alexandra”, que fala de trabalho, feminismo e muito mais, na voz de Alexandra Zanela - coletiva.net-alexandraA jornalista Alexandra Zanela empresta sua trajetória para debater feminismo e empoderamento das mulheres no documentário ‘Alexandra’. Comandada pelo diretor Luiz Alberto Cassol, a produção será lançada em 10 de setembro, a partir das 19h30, na Cinemateca Paulo Amorim da Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ).

Alexandra é jornalista, sócia-fundadora da Padrinho Agência de Conteúdo e levanta a bandeira do feminismo e da luta por respeito às mulheres. Durante a estreia, terá debate sobre o tema com a jornalista e diretora de cinema Daniela Sallet, a crítica de cinema Bianca Zasso, a publicitária e militante negra Patrícia Carneiro e a advogada especialista em causas femininas Gabriela de Souza.

A direção masculina do documentário se deu pela amizade do diretor com a jornalista, mas Cassol – que já teve a missão de reunir depoimentos de sobreviventes na tragédia da Boate Kiss, no documentário ‘Janeiro 27’ – contou com câmeras e diretoras mulheres para que o ponto de vista feminista fosse também nesta linha. “Não ocupo o lugar de fala da Alexandra. Na causa do feminismo, o lugar é dela. E a equipe também tem esse lugar em um documentário como esse”, destaca Cassol.

O documentário deve ser lançado em Florianópolis e Santa Maria, cidade gaúcha em que Alexandra e Cassol se conheceram quando ela atuava em um jornal local e ele coordenava o Santa Maria Vídeo e Cinema, principal festival de audiovisual da Região Central. “O ‘Alexandra’ dá voz a todas as mulheres. Eu apenas empresto meu nome para jogarmos luz em um assunto que, em pleno 2019, ainda precisa ser muito discutido. Somente mudaremos a realidade das mulheres se tomarmos as rédeas da nossa luta”, afirma Alexandra.

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2 comentários

  1. Josè Ruas

    Eu teria montada a MADRINHA Agência de Conteúdo, depois podem reclamar da Padrinho ser patriarcal.

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