MÚSICA. Para fechar o Memorabilia Blues 2019, os 10 motivos para não perder Gene “Birdlegg” Pittman

MÚSICA. Para fechar o Memorabilia Blues 2019, os 10 motivos para não perder Gene “Birdlegg” Pittman

MÚSICA. Para fechar o Memorabilia Blues 2019, os 10 motivos para não perder Gene “Birdlegg” Pittman - grings-bluesPor MÁRCIO GRINGS (com foto de Divulgação), do Memorabilia, Especial para o Site

Foi um longo percurso, desde fevereiro no première, até dezembro, todos os meses, o Memorabilia Blues no Plataforma 85 trouxe uma nova atração relativa ao blues local, nacional e internacional, com muitas histórias compartilhadas no pub localizado no Mercado da Vila Belga, Gare da Estação Férrea. Em março – Wee Willie Walker (USA); abril – Whitney Shay (USA); maio – Tom Worrell (USA); junho – Luciano Leães & The Big Chiefs; julho – Anthony Big A Sherrod (USA); agosto – Luana Pacheco; setembro – Gonzalo Araya + Just Blues (Chile); outubro – Oly Jr, e finalmente Gene ‘Birdlegg’ Pitman, dia 22/11, sexta atração internacional no evento.

Não que isso seja necessário, mas segue um recado final aos desavisados de plantão, para isso, elencamos alguns motivos para você não perder a mais uma apresentação do Memorabilia Blues no Plataforma 85.

 

1 – O blues retorna com força a Santa Maria –

O evento apostou suas fichas na carência de espaços ligados ao blues na cidade, como também resgatou um público cativo a prestigiar cada etapa do evento. Depois de marcas significativas na cidade, como o saudoso Cesma in Blues e Na Rota no Blues (no extinto Rota 1), o Memorabilia Blues no Plataforma 85 demarcou uma nova história relativa ao blues no Centro do RS.

2 – Birdlegg – 

Nascido em Harrisburg, na Pensilvânia, em 1947, Birdlegg começou a carreira tardiamente: aos 26 anos, e após peregrinar por várias cidades dos Estados Unidos, atualmente mora no Texas. O bluesman integrou por três vezes o lendário time do Mississippi Delta Blues Band (por onde acabou retornando outras três vezes), participando de diversos tours na Europa. Entre os destaques de sua discografia solo, não deixe de ouvir “Extra Mayo” (2016) – confira AQUI – mais recente áubum produzido na Suécia.

3 – Show para quem gosta da gaita de boca – 

Sem nunca ter tido uma aula de música, Gene entrou em uma loja e comprou sua primeira harmônica ainda nos anos 1970. Nessa mesma época, quando morou na região de San Francisco, começou a tocar ao vivo nos clubes locais ao lado de nomes como Sonny Rhodes, Massala Talbert, Haskell “Cool Papa” Sadler e Mississippi Johnny Waters. Em 1980, formou o grupo The Tight Fit Blues Band. Seu estilo é espelhado em grandes mestres do blues, personagens como Carey Bell e Sonny Boy Wiliamson II.

4 – Desfile de standards e um show único – 

“Grande parte dos bluesman que tive a oportunidade de trabalhar não fazem setlist, eles gostam de cozinhar na hora, sem requentar algo pré-pronto. Assim, cada show é único, e sempre é difícil tentar fazer um jogo de adivinhação do que Birdlegg [por exemplo] irá tocar nos shows no Brasil. No caso dele, normalmente o set traz músicas que estão nos seus discos solo, misturado a clássicos de artistas que inspiraram sua trajetória, muitos deles, nem tão conhecidos do grande público”, disse ao Memorabilia Adrian Flores.

5 – Solon Fishbone – 

Solon Fishbone é um importante personagem não apenas do blues gaúcho, sua atuação é reconhecida muito longe de nossas fronteiras. Em quase 30 anos de estrada, com cinco álbuns solo no currículo, além de dezenas de participações em diversos trabalhos e inúmeras colaborações ao lado de grandes mestres internacionais do gênero, o guitarrista certamente já é uma atração a parte…”

PARA CONFERIR OS OUTRO CINCO MOTIVOS E VER MAIS FOTOS, CLIQUE AQUI.



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