LÁ DO FUNDO. “Fator Harrisson” e o MDB, tucanos atentos, o destino do Coronel, PSB e PSDB e o Sine...

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Há várias questões envolvendo um único politico local, Francisco Harrison: MDB, Prefeitura, surto, eleições 2020 e sabe-se mais o quê

Por CLAUDE10MIR PEREIRA (com foto de Reprodução/Facebook), Editor do Site

– É consenso, nos bastidores: resposta da Prefeitura à possibilidade (realidade, aliás) de um surto de infecção intestinal foi muito mais pronta e ágil que a oferecida quando do caso da toxoplasmose.

– Foi supereficiente e rápida a resposta das autoridades, com comunicação funcionando à perfeição, de forma que a possibilidade de um ambiente de pânico não chegou nem perto de acontecer.

– Afora os profissionais da área, na Prefeitura, que levaram à mídia as informações pertinentes, é dado como fundamental para a vitória comunicacional o desempenho de Francisco Harrisson.

– O secretário de Saúde sempre esteve disponível, o que facilitou barbaridade o trabalho dos colegas da área de imprensa – da oficial, da Prefeitura, e a dos veículos.

– Aliás, o chamado “fator Harrisson”, vinculado à eleição municipal, involuntariamente acabou atualizado nessa história do surto.

– Claro que tudo combinado, também, com a eleição de Adelar Vargas para a presidência da Câmara de Vereadores – mesmo com as lamúrias de uns e outros, do próprio partido.

– É consenso entre alguns luminares do MDB, que a saída do governo deve ser antecipada para quanto antes melhor, para organizar as fileiras partidárias.

– O próprio João Kaus, ainda brabo pelo partido não ter se alinhado ao candidato do governo, se dará conta, dizem, que o melhor mesmo é ele seguir no MDB.

– Quanto mais não seja, por pragmatismo. Afinal, Harrisson, afirmam, além de competitivo à Prefeitura, chamaria votos para a legenda.

– E o melhor, para Kaus e outros menos votados: ele não é candidato a vereador e para algum lugar os votos dele irão. Sem falar que é um competidor interno a menos.

– Atenção: o governo, que ninguém imagine diferente, claro que está atento a esses movimentos e adoça ainda mais o PP (e também outras siglas), parceiro preferencial também para este ano.

– Claro que isso pode significar nada, mas também houve, nos últimos dias, alguns movimentos talvez imperceptíveis a olho nu, e que podem fazer a diferença ali adiante.

– Foi o caso, para exemplificar, da visita do Prefeito Jorge Pozzobom, devidamente anunciada e noticiada no Facebook, a uma atividade de capacitação do Programa Primeira Infância Melhor (PIM).

– O comandante do Executivo foi acompanhado do adjunto da secretaria de Saúde, onde o PIM está alojado. O segundo na pasta é Guilherme Ribas Smidt, do PSDB.

– Claro que esse gesto pode não ter significado algum, foi fortuito ou caso de necessidade. Mas, como se sabe, em política qualquer detalhe pode ter lá sua importância. Ou não.

– Indicação do advogado Thiago Carrão Stürmer para o Sine, como já se sabe, não foi do PSB. Mas é fato que, como o reporter Maiquel Rosauro noticiou aqui, ele foi candidato a vereador pelo partido.

– Aliás, obteve 743 votos. Insuficientes. Mas não poucos, vamos convir. Ah, agora o nome do causídico foi chancelado pelo PSDB, sigla para a qual deverá ir, é o que se acredita.

– Em tempo: não é impossível que concorra outra vez à Câmara, agora por outra sigla. Se fizer isso, porém, ficará quase nada no cargo. Terá de se desincompatibilizar poucos meses após assumir.

– Para fechar: é dado como certo, a qualquer momento, o anúncio de João Ricardo Vargas, eleito pelo PSDB, sobre seu destino. Que, são fortes os indicativos, tende a ser o PL.

– Sim, o ex-PR, que tem como liderança principais em Santa Maria Miguel Passini (ex-PDT) Luiz Carlos Fort (ex-PT). E, no Estado, o nome maior é o deputado federal Giovani Cherini (ex-PDT).

– Aliás, um contato final com o próprio parlamentar presidente do PR/RS chancelou a decisão. Que só sera formalizada em março, mês em que trocar de partido não significa perder o mandato.



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