SAÚDE. Porto Alegre confirma a primeira morte por coronavírus no RS. Uma idosa de 91 anos é a vítima

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Prefeito enfatizou medidas de isolamento para evitar mais mortes. Ruas de Porto Alegre, quase na totalidade, se encontram assim

Do Correio do Povo, com foto de ANTONIO MACIEL/Divulgação Prefeitura de Porto Alegre

O Rio Grande do Sul registrou, na noite de terça-feira, a primeira morte provocada pelo novo coronavírus, ocorrida em Porto Alegre. A informação foi confirmada primeiramente pelo prefeito da Capital, Nelson Marchezan Jr, em seu Twitter.

A vítima é uma idosa de 91 anos, que estava na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Moinhos de Vento. De acordo com o secretário municipal da Saúde, Pablo Stürmer, a senhora foi internada ainda ontem, já em estado gravíssimo.

“O caso ratifica a gravidade da pandemia, a necessidade de adoção de medidas de isolamento social por todos, em especial dos idosos”, comentou o titular da pasta. Essa é a 47ª fatalidade pela Covid-19 em território nacional – em seu último boletim, o Ministério da Saúde confirmava 46 mortos, 40 em São Paulo e seis no Rio de Janeiro.

“Lamentamos muito, esperamos que nossas medidas possam evitar que isso seja uma constante em nossa cidade”, comentou Marchezan.”Precisamos de todos. Isso não é uma questão jurídica, ideológica. É uma questão fática e de saúde”, frisou o prefeito, que apontou outros oito pacientes internados em UTI na cidade com infecção confirmada pelo novo coronavírus.

Mais cedo, ele salientou a necessidade de isolamento social. “Estamos e precisamos de todas as formas, isolar e proteger a nossa população acima de 60 anos…”

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1 comentário

  1. O Brando

    Noutro dia o governador de NY falava na tv. Utilizou o discurso fácil no debate pandemia/economia. Atacou o que definiu como ‘darwinismo’, voltar às atividades normais a despeito da saúde dos idosos (apelo emocional). Não se trata disto. Existe o ponto ótimo para voltar às atividades normais. Lembrando que a curva epidemiológica é questão matemática, não médica.
    Alás, entrevista de uma médica de Bergamo na Itália. Disponível no Youtube, Channel 4. Paciente zero da cidade foi uma enfermeira de uma casa de repouso. Segundo a mesma, utilizavam mascaras normais para atender os pacientes e equipamento mais completo quando o procedimento poderia produzir algum tipo de aerossol. Quando não atendiam pacientes não usavam proteção, a equipe acabou tendo contaminação entre os próprios membros. Ocorreram irracionalidades, já esperado. Gente que acordou com febre, tomou um anti-térmico e foi trabalhar normalmente (boa sorte na quarentena indiana).
    Europa tem características diferentes das tupiniquins, idade é uma. Maior número de obesos e fumantes são outras.
    Manchetes são tragicômicas. Falam que um maratonista aqui ou acolá foi afetado. Exercício físico, segundo os espertos, é bom até certo ponto, depois diminui as defesas. Mas é um detalhe ‘não importante’, o importante é conseguir ‘clicks’.

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