LÁ DO FUNDO. PP e MDB na Prefeitura, fator Menna, mulheres candidatas, CCs também, Zaloar e Ferraz...

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Rodrigo Menna Barreto, Marta Zanella e Ewerton Falk: secretários que não saíram do governo até 4 de abril. Isso pode dizer algo. Pode!

Por CLAUDEMIR PEREIRA (com fotos de Reprodução), Editor do Site

– Rodrigo Menna Barreto não se desincompatibilizou em 4 de abril. E isso tem um significado bastante importante: a vereador ele não concorre. Mas está apto a colocar seu nome em chapa majoritária.

– Tornou-se o nome do DEM para negociações futuras. Ah, se vier a concorrer, terá que sair do governo até 4 de junho.

– Também não se desincompatibilizaram, inclusive porque não precisam antes de junho, pelo menos três pré-candidatos a vereador pelo PSDB. Ah, e um outro supersecretário.

– Este, no caso, é Ewerton Falk, do Desenvolvimento Econômico. Já os CCs são Adão Lemos (Defesa Civil), João Carlos Salvador, Paulo Schuster (Desenvolvimento Rural) e Givago Ribeiro (Superintendente de Esportes e Lazer).

– Acredite: apesar da gritaria da direção do Progressistas pela “degola”, pelo governo, de mais de duas dezenas de filiados da agremiação, nem todo mundo que é do PP foi para o olho da rua.

–  O escriba apurou que há CCs indicados por vereadores da sigla e que continuam exatamente no mesmo lugar.

– Tanto que, ao que consta, nenhum parlamentar estrilou – só os dirigentes do partido e alistados com ligação direta ao gabinete do vice-prefeito Sérgio Cechin.

– Nessa questão, o MDB também tem filiados graúdos em Cargo de Confiança na prefeitura. E, até evidências em contrário, não devem necessariamente ser demitidos.

– Um deles é a secretária de Cultura, Marta Zanella. Que poderá concorrer a vice, ou até mesmo a prefeito – a lei não a impede, ao menos.

– Detalhe: a eventual demissão de Marta prejudica o PSDB, que, nesse caso, perderia um vereador, o recém-convertido ao tucanato João Kaus, que é suplente da emedebista. Então…

– O outro emedebista, por enquanto sem perspectiva de demissão, é o superintendente de Habitação, Wagner Bittencourt.

– Nesse vai-e-vem de históricos de um partido que se mandaram para outro, na janela da traição e no prazo final de filiação para concorrer em outubro, a seção pinça dois exemplos, entre outros.

– Um deles é Nicão Xavier. O cara, até ontem, era um expedito militante brizolista, com loas ao Leonel e com direito a presidir a juventude estadual do PDT.

– Agora, mudou. E está encantado com a pré-candidatura de Sérgio Cechin à Prefeitura, pelo PP, que era governista até anteontem.

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Zaloar Soares da Silva (com Cladmir Nascimento ao fundo, na foto), histórico aliado de Fabiano Pereira, deixa o PSB e vai para o Progressistas, de Sérgio Cechin

– Outro exemplo, e também com o resultado da colheita para o arraial pepista, é o do ex-petista, e agora também ex socialista, Zaloar Soares.

– Soares, que era da Defesa Civil (de onde o aposentado Cladmir Nascimento, também agora no PP), é um fabianista desde sempre. Ou era.

– Ele acompanhou Fabiano, de cuja corrente fazia parte no PT, ao PSB, e agora está no Progressistas. Será candidato a vereador, como já foi, sem sucesso (mas sempre com digna votação), no PT e no PSB.

– De certa maneira, Zaloar Soares fez o caminho oposto ao de Rogério Ferraz. Este foi do PT para o PDT, e agora retorna ao PSB, com Fabiano, de quem era aliado no petismo.

– Tem líder do PT encantado com a possibilidade de Deili Silva vir a ser a escolhida para secundar Luciano Zanini Guerra, na disputa à Prefeitura.

– A ex-petebista tem se constituído em parâmetro na definição do que é ser oposicionista ao prefeito Jorge Pozzobom. E desde o início do governo.

– Em todo caso, como disse um militante do petismo ao escriba, em política tem fila, sim. E Marion Mortari está na frente. Exceto, claro, se for considerado inelegível pela Justiça.

– Para fechar: até como homenagem aos partidos e, sobretudo, a elas, mais três nomes (outros já foram citados neste espaço) de mulheres que estão se colocando à disposição para concorrer em outubro.

– Ah, e de partidos diferentes e em ordem alfabética: Cristina Vargas (PSDB), Sandra Ávila (DEM) e Taís Nascimento (PP).



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