ARTIGO. Jorge Pozzobom, obras na Riachuelo e no Bairro Perpétuo Socorro: soluções viárias a caminho

ARTIGO. Jorge Pozzobom, obras na Riachuelo e no Bairro Perpétuo Socorro: soluções viárias a caminho

ARTIGO. Jorge Pozzobom, obras na Riachuelo e no Bairro Perpétuo Socorro: soluções viárias a caminho - 785f0f24-pozzobom-artigoRua Riachuelo e outras frentes de trabalho: problemas históricos sendo resolvidos

Por JORGE POZZOBOM (*)

Recentemente, escrevi neste espaço sobre a “Santa Maria que não para”. Enumerei diversas obras que estão sendo realizadas pela Prefeitura de Santa Maria ou que devem ter início nas próximas semanas. São ações de infraestrutura que incluem desde obras de grande porte, como a finalização de trechos da Perimetral Dom Ivo Lorscheiter, até intervenções rotineiras, como as operações tapa-buracos em vias da cidade, essenciais para manter a trafegabilidade de ruas e avenidas em diversos bairros.

Essas frentes de atuação representam circulação de renda e manutenção de postos de trabalho durante a pandemia de Covid-19, pois, empresas – muitas delas de Santa Maria – são contratadas para executar os serviços por meio de licitação. Além do investimento que garante geração de renda no Município, são obras de extrema importância, que devem melhorar a qualidade de vida dos santa-marienses e resolver problemas históricos no que diz respeito à drenagem pluvial e à pavimentação de vias, por exemplo.

E, por falar nessa dobradinha drenagem pluvial/pavimentação, começou, no último sábado (4), a última etapa da obra de revitalização da Rua Riachuelo, umas das principais vias do centro da cidade. Por ela, diariamente, passam cerca de 90% das linhas do transporte coletivo de Santa Maria. Sem contar os veículos de passeio e de outros tipos.

No ano passado, nosso Governo realizou as etapas de drenagem pluvial na via, serviço essencial para resolver o problema dos alagamentos naquela região, algo conhecido de todos e que, há anos, incomodava moradores e comerciantes da área. Foram meses de obras e interrupção no trânsito, o que causou transtornos de toda ordem ao longo da via. Porém, transtornos necessários para que o serviço fosse bem feito, respeitando o dinheiro dos contribuintes, uma premissa da nossa Administração Municipal. Metros e mais metros de profundidade no solo foram escavados para possibilitar a resolução do problema. Inclusive, fui muito criticado por pessoas que diziam “não ver obra alguma” após a conclusão dos trabalhos. E elas tinham razão na percepção de que esse tipo de obra, no subterrâneo, “não aparece”. No entanto, a intervenção feita na Riachuelo ao longo de 2019 foi de extrema importância para o que viria depois.

Esse “depois” já está virando realidade com o início da última etapa de obras, que compreende a recomposição asfáltica de toda a via, desde a Rua José Bonifácio até a Ângelo Uglione, num investimento de R$ 383.941,28. Os trabalhos começaram no fim de semana, ainda com intervenções no solo. A chuva acabou suspendendo os serviços temporariamente, pois é o tipo de obra que não tem como ser realizada em meio à umidade, mas, eles serão retomados assim que o clima permitir.

Ao final de 60 dias, quando todo o trecho estiver pavimentado e com a sinalização de trânsito revitalizada, a Riachuelo vai ficar um tapete, a exemplo de outras vias da cidade, como as avenidas Presidente Vargas, Dores, Rio Branco e Walter Jobim. Até lá, pedimos compreensão e paciência a quem costuma transitar pela Riachuelo, pois bloqueios no trânsito e desvio por rotas alternativas serão inevitáveis, principalmente em relação ao transporte coletivo urbano. Nesta semana, até que a chuva pare, o primeiro trecho que será pavimentado (entre a Tuiuti e a Ângelo Uglione) ficará em meia pista, porém, na sequência, voltará a ter bloqueios totais. São transtornos visando a um bem maior, pois a Riachuelo ganhará outra cara após essa recuperação geral.

A mesma compreensão e paciência que eu peço em relação à Rua Sete de Setembro e demais vias do Bairro Perpétuo Socorro, na Região Norte. Lá, a Prefeitura deu início, na semana passada, a obras de micro e macrodrenagem e, posteriormente, fará a recuperação da pavimentação. Além da Sete de Setembro, serão contempladas as ruas Casemiro de Abreu, Raul Soveral, João Guilherme Rademacher e João Octacílio Kuhn, num investimento de R$ 2.338.644.

Da mesma forma, a Rua Gomes Carneiro, que enfrenta um problema grave devido a uma galeria de drenagem pluvial que corroeu e danificou um bom trecho da via, também está passando por obras. A recuperação do sistema de drenagem pluvial e a pavimentação da rua receberão investimento de R$ 2.474.102,19.

E as frentes de trabalho não param por aí. Há melhorias no pavimento sendo feitas na Rua do Acampamento, no Centro, e em vias do Bairro Nossa Senhora de Lourdes, como a General Neto, a Pedro Abelin e a Avenida Fernando Ferrari, reivindicações de muitos anos e que nosso Governo está enfrentando com absoluta responsabilidade. Listo ainda as intervenções no passeio público da Rua Florianópolis, a recuperação do pavimento da Avenida Brasil e das ruas Rodolfo Behr, Ary Lagranha Domingues e General Câmara, além da execução da drenagem pluvial no Parque Residencial Jardim Lindóia. E outras que virão depois, como a recuperação asfáltica das ruas Benjamin Constant, Serafim Valandro, André Marques e Travessa Leopoldo Fróes.

Mesmo em meio à pandemia e às inúmeras dificuldades geradas por ela, essa é a Santa Maria que não para. Que cuida das pessoas, que zela pela saúde e que busca, sempre com muita seriedade, entregar uma cidade melhor para quem nasceu aqui ou escolheu esta terra para viver.

(*) Jorge Pozzobom é o Prefeito Municipal de Santa Maria. Sua trajetória como agente político começou com dois mandatos de vereador, tendo depois se alçado, pelo voto popular, à Assembleia Legislativa. Em meio ao segundo período, em 2016, foi eleito para conduzir o Executivo santa-mariense. Ele escreve no site às terças-feiras.

Legenda do autor, para a foto: Ao final de 60 dias, a Rua Riachuelo vai ficar um tapete com a nova pavimentação e a sinalização de trânsito revitalizada (foto João Vilnei/AIPM)



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