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CULTURA. Royale Escola de Dança participa de gravação de vídeodança e documentário em SM

A ONG cultural daqui é um dos grupos que integra projeto “Videodança RS”

Por Carlinhos Santos, da Assessoria de Imprensa do Evento (com foto de Divulgação)

A Royale Escola de Dança e Integração Social, de Santa Maria, projeto de formação social a partir do ballet, participa da gravação de uma videodança e um documentário em curta-metragem nesta sexta (9) e sábado (10).

As gravações integram o projeto Videodança RS, realizado pela MOOV.art, produtora de vídeo especializada em dança do diretor Fernando Muniz, através do Edital de Concurso Produções Culturais da Secretaria EStadual de Cultura, com recursos oriundos da Lei Aldir Blanc. O set para as gravações são lugares significativos da paisagem santa-mariense como a Gare da Estação, a Vila Belga e também em frente ao Colégio Estadual Manoel Ribas, o Colégio Maneco.  

Tendo o ballet como eixo de ação principal, a Royale Escola de Dança e Integração Social é uma ONG trabalha a dança como agente do desenvolvimento das potencialidades, chegando também à inclusão social, cultural e educacional de crianças, adolescentes, jovens e suas famílias, moradores das periferias.

A iniciativa começou há 22 anos e alcança mais de 180 meninas e meninos a partir dos 6 anos com ações multidisciplinares – Oficina Dança Cidadã, Oficina de Apoio Pedagógico, Oficina de Artes Visuais e Apoio Psicológico. Tudo com o intuito de integrar o conhecimento corporal ao conhecimento intelectual e a percepção de si mesmo. A coreógrafa e coordenadora do projeto é Daniela Nascimento.

O grupo de Santa Maria foi um dos seis escolhidos pelo diretor Fernando Muniz, para mostrar coletivos e grupos que trabalham com dança e ativismo social e atuam de forma independente. Depois de Caxias do Sul e Santana do Livramento, Santa Maria é a terceira cidade a receber a série de gravações do projeto. Além dos videodanças, também será produzido um documentário em curta-metragem de cada grupo contando sua trajetória e os desafios de se manter em atividade nas suas regiões e no contexto da dança gaúcha.

Também integram o projeto os grupos de Cirandeira da Cultura Popular, de Caxias do Sul; Grupo Lado B da Rua, da ONG Parceiros do Bem, de Santo Ângelo; Giro Livre, de Santana do Livramento; o Rua em Cena, de Pelotas; e a FlashBlack Cia de Dança, de Porto Alegre. Estas formações têm intérpretes e trajetórias ligados às questões LGBTBQI+, que transitam pela dança contemporânea, o ballet clássico, as danças afro-populares e as danças urbanas.

Reforçando um dos principais objetivos da Lei de Emergência Cultural, o Videodança RS mobilizará, de forma remunerada, cerca de 80 pessoas, entre bailarinos, coreógrafos, costureiras, produtores locais, produtor de trilha sonora e equipe de realização audiovisual. O projeto também prevê cachê de R$ 10 mil para cada formação e contratação de profissionais de produção e figurino em cada região, gerando renda e fortalecendo a economia criativa dos lugares por onde passar.

Todo o material audiovisual e os documentários ganharão visibilidade em diferentes plataformas e mídias de comunicação, apostando na habilidade da videodança em explorar o hibridismo, a diversidade e as instâncias estéticas que mesclam, de maneira fluida, elementos do audiovisual e da dança. As gravações estão sendo feitas em grupos reduzidos, seguindo rigorosos protocolos sanitários devido à Covid 19.

Em Santa Maria, o projeto Videodança RS tem o apoio do Hotel Don Rafael.  

Equipe técnica

Direção Geral: Fernando Muniz

Produção Executiva: Luka Ibarra

Direção de Fotografia: Marcus Vinícius Mesquita Godoy

Trilha Sonora Original: Driko Oliveira

Realização: MOOV.art

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