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SÃO GABRIEL. Rossano defende o retorno das aulas presenciais apenas após vacinação de educadores

Caso seja obrigado, Município está preparado para a volta, garante o prefeito

Prefeito Rossano Gonçalvez teve reunião, nesta quarta, com o secretário municipal de Educação, Edjor “Jojô” Borges (Foto Divulgação)

Mesmo defendendo que a educação presencial pública e privada só retornem ao modo presencial após a vacinação de professores e funcionários, as escolas municipais estão preparadas com todas as medidas sanitárias para a eventualidade do retorno presencial se tornar obrigatório no país todo. O tema foi discutido em reunião do prefeito Rossano Gonçalves com o secretário de Educação do município, professor Edjor “Jojô” Borges.

O assunto foi retomado em função de a Câmara dos Deputados ter aprovado terça-feira (13), com 307 votos favoráveis e 131 contrários, requerimento de urgência para votação do Projeto de Lei 5595/2020, que propõe declarar as escolas de ensino fundamental e superior, públicas e privadas, como serviço essencial, obrigando-as a prestar aulas presenciais mesmo na Bandeira Preta. O projeto entrará na ordem do dia da próxima sessão, e se aprovado, terá efeito vinculante em todo o país.

O prefeito municipal tem sido um crítico da pressão política em favor da retomada do ensino presencial, bem como da decisão do Governo do Estado em recorrer da sentença judicial que proíbe, por enquanto, o retorno das aulas presenciais nas escolas do Rio Grande do Sul.

“No que me compete, como prefeito, tenho o dever de seguir a ciência e a preservação das vidas dos nossos cidadãos, não as pressões, mesmo que legítimas, de outros setores educacionais. Neste momento, os pareceres técnicos que dispomos, tanto da área da Saúde quanto da Educação, são as balizas do meu posicionamento de não permitir o retorno ao ensino presencial ou híbrido enquanto os professores não forem vacinados. Afinal, os pais podem escolher se enviam seus filhos para as escolas, mas os professores e funcionários, havendo aula, tem que comparecer, e isso pode agravar terrivelmente o quadro de infecção, mesmo nas escolas particulares, até porque muitos professores dão aula no ensino público e privado”, ressaltou.

Se, no entanto, a iniciativa em debate no Congresso for aprovada, o Município estará pronto.

“Em todas as escolas municipais implantamos todas as melhorias necessárias e protocolos sanitários durante todo esse período, não ficamos parados esperando. Nossos professores estão dando aulas magníficas e competentes de forma remota, e o ensino está sendo ministrado. Se for necessário retornar, retornaremos de forma híbrida e com segurança”, assinalou o secretário.

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