EstadoPolíticaTrabalho

PRESSÃO. “Primos pobres” do funcionalismo estadual vão ao Palácio Piratini protestar contra o atraso salarial

Ato organizado pelo Semapi, que representa servidores de fundações, EGR e da Uergs
Ato organizado pelo Semapi, que representa servidores de fundações, EGR e da Uergs

Não é pouca gente. Pelo menos 7,5 mil barnabés estaduais estão nessas condições. Eles atuam em todas as fundações do Estado (entre elas a FASE, por exemplo) e também na Empresa Gaúcha de Rodovias e da Universidade Estadual. São, digamos, os “primos pobres” do funcionalismo público. Todos eles, desde que começou o contingenciamento de recursos promovido pelo Governo, tem recebido depois dos demais servidores.

Essa situação é que foi alvo de protesto nesta terça-feira, em frente ao Palácio Piratini, como relata material publicado originalmente no jornal eletrônico Sul21. O texto é de Jaqueline Silveira, com foto de Caroline Ferraz. A seguir:

Contra atrasos nos salários e pelo pagamento de horas extras, servidores protestam em frente ao Piratini

O Sindicato dos Empregados em Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas e de Fundações Estaduais do Rio Grande do Sul (Semapi) fez um ato ao meio-dia desta terça-feira (30), em frente ao Palácio Piratini, com o objetivo de protestar contra o atraso no pagamento dos salários e das horas extras. O Semapi representa os interesses dos servidores de todas as fundações do Estado, da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) e da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs), somando 7,5 mil trabalhadores, além de cerca de 200 estagiários.

Funcionários de diversas cidades do Estado, como Santa Maria, Uruguaiana, Pelotas, Passo Fundo e Santo Ângelo, participaram do ato. Muitos usavam nariz de palhaço, adesivos e banners com frases como “hora trabalhada, é hora paga” e “sem salário, eu não trabalho”. O diretor colegiado do Semapi, Edgar Costa Sperrhake, disse que este será o segundo mês que os servidores irão receber os salários no quinto dia útil, o que deve ocorrer em 7 de julho – antes, era no final do mês anterior. Já as horas extras, segundo ele, não há previsão do pagamento. A mobilização também reivindicava melhores condições de trabalho que, conforme Sperrhake, “estão cada vez mais precarizadas”. No final da tarde desta terça, a direção do Semapi se reunirá com o sindicato patronal para tratar dessas questões e sobre a data-base, que era 1º de junho.

De Uruguaiana para o ato

Carregando um cartaz com a frase “Não ao fechamento de abrigos”, Mara Rodrigues, agente educadora do abrigo residencial Marília Sanchotene Felice, de Uruguaiana, disse que o engajamento com os colegas de Porto Alegre e de outras cidades reforça o movimento. “É importante se juntar ao pessoal”, acrescentou ela. Mara ressaltou que a luta dos funcionários é contra o fechamento do abrigo, possibilidade cogitada para contenção de despesas. “Nossa briga é para não fechar o abrigo”, disse sobre a casa do Estado que cuida de crianças e adolescentes em Uruguaiana. Ela também reclamou da falta de pagamento das horas extras trabalhadas pelos funcionários…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

Artigos relacionados

ATENÇÃO


1) Sua opinião é importante. Opine! Mas, atenção: respeite as opiniões dos outros, quaisquer que sejam.

2) Fique no tema proposto pelo post, e argumente em torno dele.

3) Ofensas são terminantemente proibidas. Inclusive em relação aos autores do texto comentado, o que inclui o editor.

4) Não se utilize de letras maiúsculas (CAIXA ALTA). No mundo virtual, isso é grito. E grito não é argumento. Nunca.

5) Não esqueça: você tem responsabilidade legal pelo que escrever. Mesmo anônimo (o que o editor aceita), seu IP é identificado. E, portanto, uma ordem JUDICIAL pode obrigar o editor a divulgá-lo. Assim, comentários considerados inadequados serão vetados.


OBSERVAÇÃO FINAL:


A CP & S Comunicações Ltda é a proprietária do site. É uma empresa privada. Não é, portanto, concessão pública e, assim, tem direito legal e absoluto para aceitar ou rejeitar comentários.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo