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ELEIÇÕES 2022. Já há pelo menos 11 nomes que desejam concorrer à Presidência da República

Confira a relação e outras informações sobre os pré-concorrentes ao Planalto

Palácio do Planalto: pré-candidatos do centro tentam se firmar como opção a Bolsonaro e a Lula na disputa de 2022 (foto Reprodução)

Reproduzido do Site do jornal O Estado de São Paulo / Reportagem assinada por Adriana Ferraz

Lista de pré-candidatos que desejam concorrer ao Planalto tem ao menos 11 nomes; em campanha antecipada, alguns presidenciáveis já rodam o País em busca de apoio

Ainda falta um ano, mas o presidente Jair Bolsonaro já colocou as eleições de 2022 na pauta. Em campanha pela reeleição – reforçada neste ano, por exemplo, com motociatas bancadas com dinheiro público -, o presidente abriu caminho para que futuros potenciais adversários também antecipassem estratégias, alianças e até mesmo viagens com tom de campanha.

Bolsonaro encabeça uma lista que já soma ao menos 11 nomes. Neste especial, o Estadão compila a movimentação deles rumo às urnas. Além do atual comandante do Planalto, você poderá conferir o histórico e as estratégias do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), dos ex-ministros Ciro Gomes (PDT) e Luiz Henrique Mandetta (DEM), dos governadores João Doria (PSDB) e Eduardo Leite (PSDB), dos senadores Rodrigo Pacheco (PSD), Alessandro Vieira (Cidadania), Simone Tebet (MDB) e do cientista político Luiz Felipe d’Avila (Novo), além do ex-juiz Sérgio Moro, que deve se filiar ao Podemos e ainda avalia se entra para a fila. Na disputa interna dos tucanos também se apresentou o ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio (PSDB).

Conforme as mais recentes pesquisas de intenção de voto, a proliferação de potenciais candidatos não evitaria, se a eleição fosse hoje, uma polarização entre Lula e Bolsonaro. Com os partidos do centro ainda em busca de um representante que obtenha consenso e apoio do eleitorado, alguns levantamentos apontaram vitória petista ainda no primeiro turno.

Daqui até o encontro com as urnas eletrônicas os cenários vão mudar. O presidente ainda precisa se filiar a um partido político para que possa disputar a reeleição. Sem legenda desde que se desligou do PSL, em 2019, Bolsonaro deve enfrentar dificuldades para formar palanques nos Estados e oficializar alianças.

Com a rejeição batendo os 53% será difícil, segundo especialistas, que a estratégia eleitoral de 2018, dedicada apenas às redes sociais, seja repetida com sucesso. Além da campanha pela internet, a avaliação é que Bolsonaro precisará desta vez de recursos e tempo de televisão e um leque maior de apoios.

INTENÇÃO DE VOTO

Pesquisa Ipec estimulada sugere polarização Lula x Bolsonaro

Ao menos neste quesito (a necessidade de ampliar alianças), a estratégia de Lula é semelhante. Mesmo disparado nas pesquisas, o ex-presidente ensaia uma guinada ao centro para ampliar seu leque de aliados e mostrar-se viável ao mercado, quase que numa repetição de quando venceu a Presidência pela primeira vez, em 2002.

E é nesse centro, já congestionado, que outros nomes tentam se firmar e lançar-se como opção a Lula e Bolsonaro. Neste especial, vamos te apresentar nove deles (confira no texto original, a partir do link, no final do texto), que brigam para formar uma cabeça de chapa com potencial de crescimento entre os eleitores “nem nem” (que rejeitam tanto Bolsonaro como Lula). Como ocorreu em 2018, Ciro Gomes é, por enquanto, o único nome assegurado na chamada terceira via, mas ainda com baixa intenção de voto e nenhum apoio declarado, a não ser de seu próprio partido, o PDT.

Mas, nessa campanha antecipada, ter suporte interno já é um passo adiante. Os tucanos João Doria (SP) e Eduardo Leite (RS) travam entre si uma batalha para alcançarem consenso ao menos dentro do PSDB. Principais adversários nas prévias nacionais marcadas para 21 de novembro – o ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio também está inscrito -, os governadores dividem atualmente a sigla em uma disputa que avança sobre diretórios estaduais e inclui estratégias para convencer filiados a votar e figurões a mudar de lado.

O ex-ministro Mandetta e o senador Rodrigo Pacheco são tratados como nomes possíveis para encabeçar ou mesmo dividir uma chapa presidencial. Mais discretos em suas movimentações eleitorais, ao menos no que diz respeito às agendas públicas, ambos dispõem de características comuns e desejáveis pelo chamado centro democrático: tom apaziguador e discurso responsável do ponto de vista fiscal.

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