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CIDADE. Estudo para revitalização da Gare avança, e coletas de amostras da estrutura chegam ao final

Arquiteta responsável e restaurador científico estiveram no local nesta terça

Trabalho que antecede à obra propriamente dita de restauração da Gare deve ser concluído em 60 dias (foto Alex Caceres/Prefeitura)

Por Rafael Favero / Da Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal

A Prefeitura de Santa Maria avança nos trilhos de um novo destino para a Estação Férrea de Santa Maria. Nesta terça-feira (25), foi realizada a última coleta de material no prédio histórico localizado no final da Avenida Rio Branco. Executado pela empresa Cristiane Leticia Arquitetura Ltda, de Itaara, o trabalho faz parte dos estudos técnicos que, no futuro, servirão de base para obras de revitalização da estrutura.

“Esse levantamento vai nos permitir fazer a licitação para a recuperação desse importante prédio de Santa Maria. A recuperação da Gare é essencial para a memória ferroviária de Santa Maria e vai contribuir muito para a revitalização do nosso Centro Histórico”, afirma o vice-prefeito Rodrigo Decimo

Arquiteta contratada para executar o estudo e o restaurador científico estiveram na Gare nesta terça-feira (Foto Alex Caceres/Prefeitura)

O restaurador científico alemão Markus Wilimzig é o responsável por pegar amostras de rebocos, tintas e sais presentes nas dependências da Gare. Com mais de 30 anos de experiência no ramo, ele analisa as coletas no próprio laboratório, em Novo Hamburgo. Wilimzig esteve na Estação Férrea acompanhado pela proprietária da empresa vencedora da licitação lançada pela Prefeitura, a arquiteta Cristiane Leticia Oppermann Thies. Ela explica que esse tipo de estudo prévio é necessário devido às peculiaridades da construção. A Gare está inserida no Sítio Ferroviário de Santa Maria, que é tombado em níveis federal, estadual e municipal.

“Apesar de não termos uma data exata, estimamos que o primeiro pavilhão tenha começado a ser construído em 1899. As técnicas construtivas eram outras. Na época, por exemplo, não se usava cimento na argamassa, apenas cal e areia”, conta Cristiane. 

As próximas etapas do diagnóstico envolvem a conclusão das análises laboratoriais e a elaboração de um mapa em três dimensões a partir de imagens de drone da Estação Férrea. A previsão é que o trabalho seja entregue em 60 dias. 

O estudo técnico se iniciou em dezembro do ano passado. Com as informações, são elaborados relatórios que apontam as patologias da estrutura, ou seja, as principais danificações e, também, as sugestões do que deve ser feito no processo de restauração para que o local não perca as características originais. O Conselho Municipal de Patrimônio Histórico e Cultural (Comphic) acompanha o desenvolvimento do estudo.

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Um Comentário

  1. Restaurador ‘cientifico’, Kuakuakuakua! Pessoal de humanas é pandego! O que será que o restaurador acha da Covid? Tem que trancar todo mundo em casa e ‘depois a gente ve’? Kuakuakuakua! Vermelhinhos da aldeia loucos para transformar a gare num festival de chinelagens.

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