Não custa lembrar. Pensa que é atual a idéia de uma reforma política? Na-na-ni-na-não!
Confira a seguir trecho de nota que publiquei na madrugada de 2 de maio de 2007, uma quarta-feira:
A toque de caixa. Câmara quer votar reforma política ainda em maio. E quem acredita?
A idéia é essa, segundo o analista político Carlos Lopes: os deputados querem, neste mês, aprovar o que for possível da reforma política. O resultado iria para o Senado, que terá até o final de setembro para apreciar (e se for o caso retornar à Câmara) a proposta. Tudo para que o que for decidido vigore já no pleito municipal de 2008.
O fato é que não há consenso, muito menos vontade, penso, de aprovar alguma coisa parecida com uma reforma política digna deste nome. Que teria que contemplar, por exemplo, a discussão do voto distrital (misto ou puro). Essa hipótese está descartada, pelo menos se depender do relator da comissão que trata do tema, o deputado Ronaldo Caiado, do DEM de Goiás.
E mais: a questão da fidelidade partidária, supostamente um item a ser incluído, depende muito mais da interpretação do Supremo Tribunal Federal à decisão do Tribunal Superior Eleitoral – que determina ser o mandato do partido, e não do eleito -, do que…
Para reler a íntegra da nota, acesse aqui.
PASSADOS EXATAMENTE DOIS ANOS da publicação da nota, aquela reforma não foi aprovada, como já se previa, embora a marola criada na Câmara dos Deputados. Agora, mesmo, já há outra proposta, distribuída em meia dúzia de projetos, inclusive Proposta de Emenda Constitucional – todos por iniciativa do governo. Quer dizer, sugestões há, mas votar é outra história beeeeem diferente. E nela este (nem sempre) repórter simplesmente não acredita. E ponto.





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