Confira a seguir trecho da nota publicada na madrugada de 10 de junho de 2012, domingo:
“VOTO SECRETO. Para cassar mandatos, parlamentares terão que mostrar a cara. Isso, se PEC for votada e aprovada no Congresso
Devagar com o andor. Primeiro, tem que passar no Senado. E em dois turnos, com três quintos dos votos. Depois, na Câmara dos Deputados. Pode ser rápido. Mas pode não ser. Dificilmente, inclusive, na hipótese de aprovação, alcançará o caso Demóstenes Torres.
Dito isto, é interessante ver como os parlamentares decidem (ou não) ao sabor da conjuntura. Afinal, não é de hoje que a PEC que trata do voto secreto tramita. Mas, enfim, parece que será nesta semana. Ah, e também está nas contas dos senadores (e já há algumas semanas) a possibilidade de votar a PEC que restitui o diploma de curso superior em jornalismo como obrigatório para o exercício da profissão…”
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PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, a PEC do voto secreto está engavetada. E assim continuará até que novo clamor popular aconteça. Daí é tirada da gaveta, o que não quer dizer que andará. Resumindo, ficará para as calendas. Ah, em relação a que restabelece a obrigatoriedade do diploma de curso superior em jornalismo para o exercício da profissão, essa andou no Senado, pelo menos. Mas está agora parada na Câmara dos Deputados.





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