Observatório: a seção Não custa lembrar
O PMDB continua forte, como sempre foi. Já o PPS…
Em 29 de setembro 2001:
Dirigentes do PMDB em Santa Maria tentam atenuar o impacto do racha em nível estadual, que resultou na saída do ex-governador Antônio Britto e, por enquanto, seis deputados (cinco estaduais – Cezar Busatto, Paulo Odone, Iara Wortman, Mário Bernd e um federal – Nelson Proença) e uma vereadora da capital (Clenia Maranhão, mulher de Busatto) para ingresso no PPS. Garantem que a maioria dos filiados, ou seja, a base, tanto na região como no Estado, continua no PMDB.
Hoje:
O texto acima foi extraído da nota A maioria fica no PMDB. E daí?, publicada há exatos 4 anos e 7 meses, sobre o racha que levou à saída de um balaio de peemedebistas em direção ao PPS. O que se escrevia então segue atual. Afinal, no Estado, exceto em Porto Alegre, o receptor dos ex-peemedebistas é mero coadjuvante. Tirante Proença e Busatto, além do hoje prefeito capital, José Fogaça, e talvez (por presidir o Grêmio) Odoni, o PPS é sigla sem estrelas. Ah, e Britto se aposentou.





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