PrefeituraSanta MariaTrânsitoTransporte

TRÂNSITO. Se Prefeitura cumprir Decreto, grandões estão fora do centro nesta terça. E a cidade agradece

Decreto é de 30 de julho. Os 60 dias para a implantação plena se esgotam nesta segunda
Decreto é de 30 de julho. Os 60 dias para a implantação plena se esgotam nesta segunda

O “se” do título, creia, não é provocação alguma. Nem mesmo ironia. O fato é que o editor (e o cidadão, imagina-se) acredita que a Prefeitura vai cumprir mesmo o Decreto datado de dia 30 de julho, e anunciado com pompa alguns dias depois, e que fixa um perímetro dentro do qual não mais podem trafegar caminhões com capacidade superior a 7,5 toneladas e comprimento de 9 metros.

É um avanço e tanto para descomprimir o trânsito, quem sabe até (embora isso já seja um pouco mais difícil, por conta de outros fatores) dando-lhe um mínimo de fluidez. E o prazo fixado pelo Decreto 082/2014 é de 60 dias. Que se esgotam nesta segunda, 29 de setembro. Portanto, na terça, 30, ele já vigora na plenitude.

Situações como esta, flagrada pelo editor, certamente não se repetirão a partir de terça
Situações como esta, flagrada pelo editor, certamente não se repetirão a partir de terça

Então, por que o “se” do título da nota, cara pálida? Simples. Até o presente momento, não se tem notícia de que tenham sido normatizadas as condições pelas quais alguns setores são consideradas exceções. Imagina o editor, inclusive porque essa foi a informação verbal que recebeu, que as reuniões agendadas pela secretaria de Mobilidade Urbana, encarregada da fiscalização, tenham ocorrido e tudo tenha sido devidamente explicado. Mas norma escrita, esta não foi divulgada. Houve? Aí é que começa o “se”.

Quais as exceções? Algumas são óbvias: SAMU, bombeiros, polícia, fiscalização de trânsito. Outras nem tanto: saneamento, transporte de valores, distribuição de gás e energia e construção civil estão entre elas. E aí, houve a normatização?

Mas há mais, a contribuir para o “se” que o editor torce (e o cidadão também, presume-se) para ser retirado. Por exemplo, a sinalização. No dia do anúncio do Decreto, para ser preciso em 7 de agosto, com entrevista coletiva na qual estavam o prefeito Cezar Schirmer e o secretário de Mobilidade, Miguel Passini, afora as reuniões setoriais, se disse (e foi repetido em várias entrevistas à imprensa, nos dias seguintes, que este editor ouviu) que seriam aproveitados os 60 dias para sinalizar o perímetro e conscientizar motoristas e empresas que utilizam o espaço e o tempo agora restritos.

Você viu a sinalização? Este editor, não. Mas há esta segunda-feira, ainda. Pode ser… Ah, e tem também a conscientização. Bem, o editor não tem notícia de que alguma coisa aconteceu. Mas reconhece, sem problema algum, não saber tudo. Deve ter havido. Tomara que tenha acontecido. Tomara.

POR FIM, o que mais este sítio adoraria fazer, neste momento e a propósito deste tema, é exatamente tirar o “se” do título desta nota.

PARA CONFERIR A ÍNTEGRA DO DECRETO, CLIQUE AQUI.

PARA LER A NOTÍCIA OFICIAL, DE 7 de AGOSTO, E QUE PERMITE ACESSAR O MAPA COM O PERÍMETRO RESTRITIVO, CLIQUE AQUI.

 

Artigos relacionados

ATENÇÃO


1) Sua opinião é importante. Opine! Mas, atenção: respeite as opiniões dos outros, quaisquer que sejam.

2) Fique no tema proposto pelo post, e argumente em torno dele.

3) Ofensas são terminantemente proibidas. Inclusive em relação aos autores do texto comentado, o que inclui o editor.

4) Não se utilize de letras maiúsculas (CAIXA ALTA). No mundo virtual, isso é grito. E grito não é argumento. Nunca.

5) Não esqueça: você tem responsabilidade legal pelo que escrever. Mesmo anônimo (o que o editor aceita), seu IP é identificado. E, portanto, uma ordem JUDICIAL pode obrigar o editor a divulgá-lo. Assim, comentários considerados inadequados serão vetados.


OBSERVAÇÃO FINAL:


A CP & S Comunicações Ltda é a proprietária do site. É uma empresa privada. Não é, portanto, concessão pública e, assim, tem direito legal e absoluto para aceitar ou rejeitar comentários.

2 Comentários

  1. O mundo não se resolve por decreto. POA por exemplo. Tem menos de vinte funcionários na vigilância sanitária. E mais de 30 mil estabelecimentos para fiscalizar.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo