Confira a seguir trecho da nota publicada na tarde de 24 de fevereiro, terça:
“ESTRADAS. São 69 trechos bloqueados no país, por caminhoneiros. Juiza gaúcha manda liberar três BRs
Chega a 46 o número de pontos nas rodovias federais que cortam a região Sul do Brasil afetados pelas manifestações do caminhoneiros. Isso é mais de dois terços do total de locais em que a movimentação (ou a falta de, literalmente) ocorre, conforme o levantamento mais recente feito pela Polícia Rodoviária Federal.
As causas para as manifestações, contra as quais entrou na Justiça a Advocacia Geral da União, são os baixos fretes e o reajuste do preço do combustível. Por enquanto, apenas a Juiza Federal Dulce Helena Brasil, ACOLHEU o pedido da AGU, em medida que vale para três rodovias gaúchas: BRs 116, 293 r 392. Para saber mais, acompanhe o material produzido e distribuído pela Agência Brasil. A reportagem é de Ana Cristina Campos (texto) e Valter Campanato (foto). A seguir:
“Caminhoneiros intensificam bloqueio de rodovias federais em seis estados
As manifestações de caminhoneiros tornaram-se mais intensas na manhã desta terça-feira (24), segundo o mais recente balanço divulgado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). Motoristas enfrentam dificuldades para atravessar 69 pontos de 24 rodovias federais em seis estados. Ontem (23) à noite, eram 64 trechos bloqueados em 23 estradas federais…”
PARA LER A ÍNTEGRA, NO ORIGINAL, CLIQUE AQUI
PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, não há sinal visível de movimentação dos camioneiros. E, cá entre nós, também não havia há um ano. O movimento era muito mais das empresas do que dos profissionais. Esses continuam sofrendo pelas estradas brasileiras. Resta saber, apenas, qual o interesse dos empresários do setor, àquela época. Era mesmo econômico? Bueno…





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