Arquivo

Coluna Observatório. “Para prefeito, tudo ok. É o que estão dizendo. Mas… E o Legislativo?”

Com eles, tudo parece estar certo. Já

No pleito proporcional, haja jogo

de cintura para acertar os ponteiros

 

 

Garantir, garantir ninguém garante. Mas, pelo menos para efeito de raciocínio, admita-se como certas duas alianças para a sucessão de Valdeci Oliveira. Uma encabeçada por Paulo Pimenta, do PT, a chamada Frente Popular e Trabalhista, composta também por PDT, PTB e PR – com a possível adesão de PSB e PC do B. Outra ponteada por Cezar Schirmer, do PMDB, o dito frentão oposicionista, que tem também PP, PSDB, PPS e DEM.

 

E aí? Será uma aliança também no pleito proporcional? Não, definitivamente não. Isso é possível afirmar. Então, o que vai acontecer para, na eleição para a Câmara, as alianças não virarem farelo? Simples, tentar a formação de grupos de partidos afins, ou, no caso de alguns, a caminhada solitária para a Câmara.

 

Por enquanto, só é possível afirmar duas verdades. Curiosamente, uma para cada lado. O restante é mera especulação, pois os partidos não param de discutir o assunto, paralelamente à definição das chapas majoritárias. Do lado da FPT, PT e PR devem marchar juntos para o Legislativo. E no frentão, PMDB e DEM (ex-PFL) vão repetir a dobradinha de 2004.

 

Há várias incógnitas a partir daí. O PP quer por que quer ir sozinho. Acha (e tem suas razões) que sua nominata é forte e não pode correr o risco de 2004, quando fechou com o PSDB e acabou perdendo duas vagas que considerava suas. Só que, em benefício do conjunto, e para garantir legenda para Jorge Pozzobom (se ele não for candidato a prefeito), talvez tenha que reconsiderar.

 

E o PPS? Bem, por sua condição inexpressiva no grupo de oposição, não é improvável que vire apêndice da dupla PMDB/DEM ou se alinhe com PP ou PSDB – se este não se acertar com os progressistas.

 

E do outro lado? Há quem diga que o PDT possa formar uma dobradinha para a proporcional, com o PTB. Apostando, assim, que fará dois, quem sabe (sonhar não custa nada) três vereadores. Ou irá sozinho à luta, como em 2004, quando só elegeu um, o então patinho feio da sigla, Isaias Romero. Nessa hipótese, o PTB também iria sozinho, ou procuraria o PSB para uma aliança. O PC do B? Pouco provável. Aliás, PSB e PC do B tanto podem ir juntos quanto, numa medida para facilitar a aliança, alinhar-se com o PT.

 

Viu? Definitivamente, se já é complicado fechar acordos majoritários, imagine os proporcionais. Será necessário muuuito jogo de cintura das lideranças. Para não dar rolo (se bem que o vereador peemedebista JC da Silva usaria outro termo).

 

Artigos relacionados

ATENÇÃO


1) Sua opinião é importante. Opine! Mas, atenção: respeite as opiniões dos outros, quaisquer que sejam.

2) Fique no tema proposto pelo post, e argumente em torno dele.

3) Ofensas são terminantemente proibidas. Inclusive em relação aos autores do texto comentado, o que inclui o editor.

4) Não se utilize de letras maiúsculas (CAIXA ALTA). No mundo virtual, isso é grito. E grito não é argumento. Nunca.

5) Não esqueça: você tem responsabilidade legal pelo que escrever. Mesmo anônimo (o que o editor aceita), seu IP é identificado. E, portanto, uma ordem JUDICIAL pode obrigar o editor a divulgá-lo. Assim, comentários considerados inadequados serão vetados.


OBSERVAÇÃO FINAL:


A CP & S Comunicações Ltda é a proprietária do site. É uma empresa privada. Não é, portanto, concessão pública e, assim, tem direito legal e absoluto para aceitar ou rejeitar comentários.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo