CulturaDestaque

CINEMA. Silveira Martins recebe as gravações, no antigo Collégio Bom Conselho, do longa ‘Aba Larga’

Entre atores, diretor e demais profissionais, há cerca de 80 pessoas envolvidas

Collégio Bom Conselho, do município de Silveira Martins, irá reproduzir a sala da fazenda de um dos personagens principais do filme

Por Guilherme Bicca / Texto e Foto

Silveira Martins reforçou sua vocação histórica e cultural ao receber, na última segunda-feira (22), as gravações do filme nacional Aba Larga, no Antigo Collégio Bom Conselho, hoje sede local da UFSM. 

A produção, dirigida e protagonizada por Emiliano Ruschell e produzida por Beto Rodrigues, reúne atores consagrados como Werner Schunemann, Zé Vitor Castiel, Jairo Mattos e Angela Dippe, e conta com uma equipe de quase oitenta profissionais.

Inspirado no clássico Abas Largas (1963), também rodado na Região Central, o longa retrata os confrontos da Patrulha Rural da Brigada Militar com abigeatários entre as décadas de 1940 e 1960. 

Com lançamento previsto para 2026/2027, o filme vem sendo rodado em Santa Maria desde o dia 15 de setembro. 

Para o prefeito Sadi Tolfo, sediar parte das gravações de Aba Larga reafirma o potencial turístico de Silveira Martins. “É uma oportunidade única de valorizar nosso patrimônio histórico e projetar a cidade nacionalmente”, destaca. 

O que pouca gente sabe é que Silveira Martins já foi palco de outra produção nacional antes. E não por acaso, um filme também produzido por Beto Rodrigues: Dias e Noites, que tinha a atriz santa-mariense Naura Schneider no elenco, junto de atores como José de Abreu, Dan Stulbach e Antônio Calloni.

“Já conhecia a cidade, essa belíssima cidade, pacata, bonita, preservada. E eu acho que vai encaixar muito bem as cenas que a gente tá rodando aqui”, diz o produtor do longa, Beto Rodrigues.

As gravações de Aba Larga em Silveira Martins contam com o apoio do Santa Maria Film Comission.

Artigos relacionados

ATENÇÃO


1) Sua opinião é importante. Opine! Mas, atenção: respeite as opiniões dos outros, quaisquer que sejam.

2) Fique no tema proposto pelo post, e argumente em torno dele.

3) Ofensas são terminantemente proibidas. Inclusive em relação aos autores do texto comentado, o que inclui o editor.

4) Não se utilize de letras maiúsculas (CAIXA ALTA). No mundo virtual, isso é grito. E grito não é argumento. Nunca.

5) Não esqueça: você tem responsabilidade legal pelo que escrever. Mesmo anônimo (o que o editor aceita), seu IP é identificado. E, portanto, uma ordem JUDICIAL pode obrigar o editor a divulgá-lo. Assim, comentários considerados inadequados serão vetados.


OBSERVAÇÃO FINAL:


A CP & S Comunicações Ltda é a proprietária do site. É uma empresa privada. Não é, portanto, concessão pública e, assim, tem direito legal e absoluto para aceitar ou rejeitar comentários.

2 Comentários

  1. Maioria conhece a historia do faroeste ianque, mas não a do RS. La por 1870 num lugar chamado Cerrito do Ouro em São Sepé ouve um quiprocó. Delegado chegou com um bando num lugarejo. Mataram um homem com cinquenta e poucos anos que não caminhava, O filho, acusado de roubar um couro cru, teve os dedos das mãos cortados e pelo que me lembro foi liquidado também. Mulheres e crianças fugiram e se refugiaram no mato. Local citado tinha má fama. O caso foi a juri em POA e o delegado e seus auxiliares foram absolvidos. A historia é mais ou menos esta.

  2. Conversei certa feita com um senhor que era brigadiano nesta epoca. Sete ou oito anos atras. Tinha uns 80. Faroeste era pouco.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo