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Investir em infraestrutura é investir no futuro – por Luís Henrique Kittel

Onde ela existe, há movimento, confiança e crescimento. Exemplo? A ‘Euclides’

Você já parou para pensar por que algumas regiões se destacam tanto no desenvolvimento econômico, social e até cultural? Por que cidades prosperam, atraem empresas, recebem turistas, e outras, mesmo com potencial, ainda lutam para dar os primeiros passos?

A resposta, quase sempre, passa por uma palavra: infraestrutura. Estradas bem feitas, ruas planejadas, saneamento básico, iluminação eficiente, espaços públicos acolhedores. Esses são elementos que formam a base de um município forte. Onde há infraestrutura, há movimento, confiança e crescimento. E é sobre isso que quero falar, a partir de um exemplo muito concreto que estamos vivendo aqui em Agudo.

Vamos inaugurar uma das maiores obras da história do nosso município. A Avenida Euclides Kliemann, com 800 metros de extensão, duas faixas de rolamento, áreas de estacionamento, ciclofaixa e calçadas com piso tátil em toda a via. Um investimento de R$ 5,7 milhões, executado conforme o planejamento inicial e ajustado após diálogo com a comunidade, resultando em uma avenida mais ampla, moderna e segura. Além disso, já está em andamento a instalação da nova iluminação pública, que dará ainda mais segurança e beleza ao local.

Ainda, a “Euclides” já se tornou um novo cartão-postal de Agudo, pela sua localização estratégica e pela paisagem que a cerca. Mas mais do que isso, ela marca um novo ciclo de desenvolvimento urbano. É uma via pavimentada antes da ocupação residencial, um conceito moderno de planejamento urbano que garante crescimento ordenado e valorização imobiliária. É o tipo de obra que, daqui a alguns anos, será lembrada como um divisor de águas na história recente da cidade.

Obras desta envergadura vão além de entregas de governo, pois são instrumentos de transformação. Elas mudam o cotidiano das pessoas, ampliam oportunidades e despertam um novo olhar sobre o município.

Quando uma avenida é concluída, é feita a ligação entre o presente o futuro. E essa lógica não é nova. Se olharmos para regiões de referência, como a Serra Gaúcha, veremos que o sucesso delas não nasceu por acaso. O desenvolvimento de cidades como Bento Gonçalves, Gramado, Caxias do Sul e tantas outras foi construído sobre infraestrutura de qualidade, com vias planejadas, acessos pavimentados, energia e mobilidade urbana eficientes. Foi essa base sólida que permitiu o crescimento econômico, o fortalecimento do turismo, o surgimento de polos industriais e a geração de milhares de empregos.

A Serra Gaúcha nos ensina que planejamento e infraestrutura são os pilares da prosperidade. E Agudo está trilhando esse caminho, com os pés firmes no presente e os olhos voltados para a evolução.

Uma cidade que entende que crescer com responsabilidade é planejar antes de expandir.
Que sabe que infraestrutura não é custo, é investimento. E que o verdadeiro progresso começa quando o poder público entrega qualidade de vida, mobilidade e dignidade às pessoas.

Agudo está mudando com método, com planejamento e com propósito. Porque o futuro começa agora, e ele se pavimenta com boas decisões.

(*) Luís Henrique Kittel, 40 anos, é jornalista formado pela então Unifra, atual UFN). É prefeito reeleito do município de Agudo (o único do PL na região), foi vice-presidente do Consórcio de Desenvolvimento Sustentável da Quarta Colônia e atualmente é vice-presidente da Associação dos Municípios da Região Central (AM Centro). Ele escreve no site às quintas-feiras.

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10 Comentários

  1. Resumo da opera. Papo torto de politico. Como o pessoal das patotinhas de SM acha que todo mundo é bobo, menos eles. ‘É só continuar jogando dinheiro publico que daqui 50 anos vai ser uma mistura de Vale do Silicio com turismo igual ao de Paris’.

  2. ‘Ainda, a “Euclides” já se tornou um novo cartão-postal de Agudo, pela sua localização estratégica e pela paisagem que a cerca.’ Sim, vou pegar o carro atravessar a avenida e depois voltar para casa porque não tem mais nada para fazer.

  3. Santa Maria se emancipou antes. Mas os colonos de Bento e Caxias tinham um aspecto cultural que não existe aqui. ‘Não esperar pelo governo para fazer, se é necessario dá-se um jeito e faz-se com recurso proprios do jeito que der’. Gramado? Era rota de tropeiros.

  4. ‘O desenvolvimento de cidades como Bento Gonçalves, Gramado, Caxias do Sul[…]’. Bento Gonçalves está a 2 horas via rodoviaria da capital. Como Santa Cruz. Com pouca variação Caxias e Gramado idem. Bento e Caxias tem colonização italiana, Bento com vinicolas e moveis. Caxias setor metalmecanico.

  5. ‘[…] ruas planejadas, saneamento básico, iluminação eficiente, espaços públicos acolhedores.’ Saneamento basico, iluminação publica eficiente e espaços publicos decentes é o minimo que se pode esperar. Ruas planejadas? Para SM este trem já deixou a estação faz tempo. Não vão mudar.

  6. ‘Potencial’ também existe o de ser nada. A lorota é uma ‘especie de destino manifesto’. ‘Só falta infraestrutura para as coisas acontecerem’.

  7. ‘[…] mesmo com potencial, ainda lutam para dar os primeiros passos?’ Quem diz quais lugares tem potencial? Politicos querendo agradar a população e fazendo promessas ‘para o futuro’? Pessoal do juridico? Jornalistas?

  8. ‘ Por que cidades prosperam, atraem empresas, recebem turistas, […]’. Empresas se instalam onde existe mercado consumidor. Industrias perto dos consumidores ou perto das materias primas. Turismo não acontece em todo e qualquer lugar. Exceções de praxe, nichos, ‘para quem é esta bom’, etc. Existe uma lei parecida com a de Pareto, 20% dos destinos turisticos atraem 80% dos turistas (com dinheiro para gastar).

  9. Oferta só faz sentido onde existe demanda. Ou melhor, o que manda é a demanda. Ou melhor, dinheiro atrai dinheiro. Simples assim.

  10. ‘A resposta, quase sempre, passa por uma palavra: infraestrutura.’ Existe um erro crasso de interpretação no imaginario das patotinhas de SM e alhures.

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