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MÚSICA. Em sua 2ª edição, Festival Novas Tríades terá apresentações gratuitas e abertas ao público

Na abertura, o lançamento do álbum de estreia do “Ensemble Novas Tríades”

O “Ensemble Novas Tríades” é grupo formado por professores, estudantes e egressos do Departamento de Música da UFSM

Distribuído pela Agência de Notícias da UFSM, com foto de Patricio O. Contreras/Divulgação

Três anos após a sua primeira edição, o Festival Novas Tríades retorna de 13 a 15 novembro ao campus sede da UFSM, com a proposta de ser um espaço de encontro entre criação, performance e reflexão crítica em música contemporânea e vanguarda musical, reunindo artistas, pesquisadores, estudantes e público em geral em uma programação diversificada e aberta à comunidade.

A programação contempla concertos, recitais, oficinas, ateliês criativos, mesas-redondas e painéis de pesquisa e criação, contando com convidados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Entre os destaques, estão cinco apresentações (três concertos e dois recitais) com entrada franca e abertas ao público em geral.

As atividades vão ocorrer no Teatro Caixa Preta (ao lado do prédio 40), no Salão Imembuí (no 2º andar da Reitoria) e no auditório 2 do Sistema Integrado de Informação e Pesquisa em Humanidades (Sipeh), localizado no prédio 74E. É neste último auditório que ocorre nesta quinta-feira (13), às 16h, a abertura do festival. Nessa ocasião, será lançado o álbum de estreia do Ensemble Novas Tríades, intitulado “Atemporâneo #1”, que estará disponível em CD e nas plataformas digitais. O disco trará as seguintes obras:

– A peça “Agueré”, do professor da UFSM Paulo Rios Filho (um dos coordenadores do festival) celebra a tradição afro-brasileira. É uma “vibrante celebração rítmica inspirada nos toques do orixá Oxóssi. Sua inclusão reforça o papel da arte universitária na promoção da diversidade cultural”.

– Em complemento, o álbum traz “A Última Porta de uma Viatura”, de Clara Lamonaca (egressa dos cursos de Música da UFSM). A obra “propõe uma reflexão sonora sobre a violência de estado e o trauma, sublinhando a responsabilidade social da instituição pública ao refletir sobre questões sociais urgentes”.

– Por fim, está a peça “Five Cadenzas”, do professor Celso Loureiro Chaves, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), que é considerado um dos nomes mais importantes da música de concerto gaúcha. É uma obra para contrabaixo e ensemble, com um histórico composicional que atravessa mais de 30 anos até sua revisão final, em 2022.

Celso Loureiro Chaves também vai proferir a conferência de abertura do festival, às 16h30min, logo após o lançamento do disco. Entre os professores convidados para o evento, destacam-se ainda os professores Antonio Carlos Borges Cunha e Catarina Domenici, ambos da Ufrgs; Laiana Oliveira e Gabriel Rimoldi, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); Lourdes Saraiva e Luigi Antonio Irlandini, da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc); James Correa e Raul Costa d’Avila, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel); Rodrigo Lima, da Escola de Música do Estado de São Paulo (Emesp); Alex Buck, da Universidade Estadual Paulista (Unesp); e Marlou Peruzzolo, do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS).

Os professores convidados vão ministrar mais de 10 oficinas e masterclasses, quatro ateliês de composição e performance e três mesas-redondas. Haverá ainda oito sessões temáticas de comunicações de trabalhos de pesquisa e relatos de criação musical, conferências, performances, instalações e outras atividades, além das já mencionadas cinco apresentações abertas ao público em geral.

Para as três apresentações que serão realizadas no Teatro Caixa Preta, embora gratuitas, é necessário obter os ingressos por meio da plataforma Sympla. Os links para a retirada dos ingressos estão disponíveis na programação do evento. As inscrições para as demais atividades (voltadas principalmente para estudantes de graduação e pós-graduação e para compositores em início de carreira) podem ser realizadas até esta quinta-feira (13), na página do festival.

O festival é organizado pelo Grupo de Pesquisa Criação Musical, Experimentação e Pesquisa Artística, Laboratório de Arte Sonora da UFSM e programa de extensão “Gestações musicais: gestos e ações de criação musical na UFSM”. Conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), Pró-Reitoria de Extensão (PRE), Centro de Artes e Letras (CAL), Curso de Especialização em Músicas dos Séculos 20 e 21, Departamento de Música e Programa de Pós-Graduação em Educação da UFSM.

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