
Reproduzido do site do Sinasefe Santa Maria / Texto de Fritz Rivail
Integrantes da diretoria do Sinasefe Santa Maria participaram de reunião com a reitoria da UFSM na tarde de quinta-feira, 12 de fevereiro. Um dos principais pontos de pauta tratou de questionamentos da seção sindical em relação ao trabalho da Coordenadoria do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (CEBTT) da UFSM. Atualmente, esse órgão, que representa os três núcleos EBTT da instituição- Colégio Politécnico, Ctism e Unidade Ipê Amarelo-, encontra-se sem um(a) coordenador(a).
Conforme as informações repassadas pela reitora, professora Martha Adaime, e pelo vice-reitor, professor Tiago Marchesan, a gestão está realizando uma reestruturação na CEBTT e, para isso, montou um Grupo de Trabalho (GT) que iniciou as discussões sobre essas novas funções desde o dia 12 de janeiro. Após a intervenção do sindicato, reitora e vice concordaram em incluir uma representação do Sinasefe no GT, fato que até então não havia ocorrido.
Na avaliação da coordenadora-geral do Sinasefe SM, Cláudia do Amaral, que participou da agenda em que estiveram também o outro coordenador-geral, Adão Pillar Damasceno, e o 1º tesoureiro, Cláudio Kelling, a intenção é contribuir para que as questões da carreira EBTT possam voltar a ser tratadas com prioridade.
O entendimento é de que se faz necessário que no mais breve período de tempo possível o segmento volte a ter a sua representação nas diversas instâncias da UFSM, evitando o “vazio institucional” atual, a partir da não nomeação de um/a coordenador/a na CEBTT, função prevista no organograma da universidade.
Ainda no final de dezembro de 2025, a diretoria do Sinasefe SM esteve reunida com o professor Marcelo Freitas da Silva, que estava encerrando o trabalho na CEBTT. Na oportunidade, falou-se da importância da existência e do trabalho da coordenadoria
Ponto eletrônico
Outro assunto que foi tratado na agenda com a reitoria foi a questão da implantação do ponto eletrônico para a carreira EBTT, que vem sendo uma exigência do Ministério Público respaldada pelo Judiciário.
Os integrantes da seção sindical expressaram preocupação se esse fato vier a se concretizar.
Conforme o diretor do Sinasefe SM, Cláudio Kelling, em uma realidade posta dessa forma, haveria duas situações bem distintas: docentes da carreira EBTT em unidades de ensino batendo o ponto, e docentes da Graduação do Magistério Superior atuando em unidades de ensino EBTT que não precisariam bater o ponto, ferindo um dos princípios básicos, que é o da isonomia.
O Sinasefe SM alertou, mais uma vez, que esse tema já foi tratado na greve de 2024, tendo havido a concordância do governo federal (assinado o acordo) sobre alterar uma portaria que foi assinada em 1995, que prevê que professores da graduação não precisam bater o ponto.
A alteração seria simples, conforme Kelling, destacando que professores das Instituições Federais de Ensino não precisam ter controle de frequência através de ponto eletrônico. O sindicato, tanto na UFSM, como em Brasília, segue pressionando para que o acordo de greve seja cumprido.
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Começou o desmonte! Que triste fazer campanha e ser desconvidado! Até já sei para quem vai a Fun$ão Gratificada do posto extinto! Mas antes, tem que ver o que o Bibo, a Marli e o Bakoff pensam sobre.
UFSM no papel é ‘publica’, é sustentada com dinheiro publico (mais de 1 bilhão), mas tem ‘donos(as)’.