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SÉRIE. Cinco bandas de SM estão entre as dez protagonistas de ‘Rock do K7’, já em pós-produção

Projeto que junta ficção e documentário conta a jornada das veteranas bandas

Momento descontraído da produção, com Neli Mombeli, Pylla (banda Fuga) e Rafael Rigon (Foto João Pedro Ribas/Divulgação)

Por Homero Pivotto Jr / Da Assessoria de Imprensa do projeto

Após diárias em Santa Maria, Caxias do Sul, Pelotas e Porto Alegre durante 2025, a série “Rock do K7” agora está em fase de pós-produção. O projeto audiovisual que mistura ficção e documentário para contar a jornada de 10 veteranas bandas gaúchas passa, neste momento, pelos processos de montagem, desenho de som, animação/motion, color grading e acessibilidade. A expectativa é finalizar os episódios (cada um dedicado a uma banda) e realizar o lançamento ainda este ano.

O projeto busca não apenas contar histórias, mas situar, nos dias de hoje, como é a relação dos artistas com o passado e suas conexões atuais com a arte das sete notas. 

“A ‘Rock do K7’ sempre foi pensada para mostrar como os roqueiros dos anos 1980/1990 estão hoje. Por isso, nos interessa muito mesclar o passado e o presente, recuperar imagens icônicas desses personagens, mas também apresentar o cotidiano de cada um e a relação com a música que eles ainda têm” pontua Marcos Borba, que assina a direção ao lado de Neli Mombeli – ambos documentaristas.

São protagonistas da série os grupos A Bruxa, Doce Veneno, Fuga, Nocet e Serpent Rise – todos de Santa Maria, cidade sede da TV OVO, proponente da iniciativa.

Caxias do Sul e Pelotas estão contempladas, respectivamente, com a Bandida e a Procurado Vulgo. Nomes clássicos do rock gaúcho, com origem em Porto Alegre, também estão retratados na série: DeFalla, Os Replicantes e Taranatiriça. Esses conjuntos tiveram integrantes entrevistados para a parte documental da “Rock do K7”. 

Há, ainda, o arco ficcional, que serve como fio condutor que conecta todos os episódios. Nele, o foco é a adolescente Fran (vivida por Karina Fontes, atriz e aluna de jornalismo). A estudante de 17 anos herda da tia Carina (interpretada por Julia Barth, atriz e musicista – atual vocalista d’Os Replicantes) a coleção de cassetes e toma gosto pelo material, dedicando-se à pesquisa de artistas ali gravados e a entender o contexto espaço/tempo daqueles registros. Paralelamente, aparecem os conflitos geracionais e os dramas pessoais dos personagens.

O elenco inclui também Luiz, o pai da jovem (que ganha vida por Rafa Sieg, ator formado pela Universidade Federal de Santa Maria [UFSM], conhecido por trabalhos na Rede Globo), e a mãe Laura (atuação de Denise Copetti, atriz, produtora cultural e diretora).

O projeto tem financiamento de: Instituto Estadual de Cinema do Rio Grande do Sul, Pró-Cultura RS, Secretaria da Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura e Governo Federal – Brasil: União e Reconstrução. A realização é da TV OVO, tendo como produtora associada a Finish.

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