Não custa lembrar. Um ano depois da supergoleada, Yeda volta a ter debate tenso na AL
Confira a seguir trecho de nota que publiquei na manhã de 15 de novembro de 2007, uma quinta-feira:
Massacre. Oposição, com apoio de parte da base do governo, impôs uma supergoleada em Yeda
Foi um verdadeiro massacre. Os deputados de oposição, somados ao DEM, deram 20 gols, ops, votos. Mas sem a participação decisiva da bancada do governo, com oito votos do PP (só colaborou o presidente da Casa, Frederico Antunes, que aliás, legitimamente, se afastou tentando não dar quorum), três do PMDB e dois do PTB, seria impossível a consumação da supergoleada: 34 votos contra nenhum, mais que suficientes para soterrar o Plano de Recuperação do Estado, enviado ao parlamento pela governadora Yeda Crusius.
Assim, nada de aumento de ICMS, nem de Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual. E o Fundo dos Precatórios foi aprovado, mas sem entrar no troco dos depósitos judiciais. Enfim, uma derrota como nunca antes governador algum havia experimentado na Assembléia gaúcha. Algo que terá, obrigatoriamente, fazer o Palácio Piratini repensar a forma como está negociando (?) com as demais forças do Estado. A começar por Legislativo e Judiciário...
Para ler a íntegra, clique aqui.
PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota acima, aquela derrota foi algo grandioso. Mas, incrivelmente, outros episódios – vários deles, aliás – continuariam a marcar uma conturbada relação da governadora Yeda Crusius com as demais forças políticas, inclusive aliados. E perdeu vários secretários de confiança, a propósito. E teve a Operação Rodin, só para ficar num episódio que marcaria o governo, nesses dois primeiros anos. Mas algo, é bom reconhecer, nunca mais aconteceu: uma derrota tão acachapante quanto aquela, na Assembléia Legislativa. Aliás, bons e grandes embates voltam a ocorrer agora, um ano depois, com vários projetos controversos para a apreciação do parlamento. Como se dará a discussão, não se sabe. Mas será dura. Não tanto quanto aquela, de novembro passado, pode-se garantir. Ou não.





ATENÇÃO
1) Sua opinião é importante. Opine! Mas, atenção: respeite as opiniões dos outros, quaisquer que sejam.
2) Fique no tema proposto pelo post, e argumente em torno dele.
3) Ofensas são terminantemente proibidas. Inclusive em relação aos autores do texto comentado, o que inclui o editor.
4) Não se utilize de letras maiúsculas (CAIXA ALTA). No mundo virtual, isso é grito. E grito não é argumento. Nunca.
5) Não esqueça: você tem responsabilidade legal pelo que escrever. Mesmo anônimo (o que o editor aceita), seu IP é identificado. E, portanto, uma ordem JUDICIAL pode obrigar o editor a divulgá-lo. Assim, comentários considerados inadequados serão vetados.
OBSERVAÇÃO FINAL:
A CP & S Comunicações Ltda é a proprietária do site. É uma empresa privada. Não é, portanto, concessão pública e, assim, tem direito legal e absoluto para aceitar ou rejeitar comentários.