KISS. Secretário, comandante dos Bombeiros e até um promotor serão ouvidos. Não, não, não é na Câmara
Como se sabe, a CPI da Kiss, na Câmara de Vereadores, não quer enrosco. Se pudessem seus idealizadores, nem mesmo seria realizada. Isso é fato – embora, claro, seus autores e integrantes neguem à exaustão.
Assim, se você quiser saber algo diferente (e quem sabe mais produtivo) deve procurar em outro lugar. Um dos bons é a comissão da Câmra dos Deputados, presidida por Paulo Pimenta e que tem, entre seus sub-relatores, o tucano Nelson Marchezan Júnior.
Os parlamentares farão reunião nesta sexta em Porto Alegre. E vão ouvir um punhado de gente, inclusive o promotor de Justiça Ricardo Lozza, que assinou o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a Boate Kiss por causa da poluição Sonora, e um dos engenheiros responsáveis pelo projeto de isolamento acústico, Samir Frazzon.
Pooois é. Ah, quer mais detalhes? Acompanhe o material publicado originalmente, agora há pouco, pelo portal Terra. A reportagem é de Luiz Roese. A seguir:
“Boate Kiss: deputados vão ouvir secretário de Segurança do RS na 6ª…
…A Comissão Externa da Câmara dos Deputados sobre a tragédia de Santa Maria (RS) sai de Brasília (DF) e vai a Porto Alegre (RS) nesta sexta-feira para ouvir depoimentos. A audiência pública está marcada para começar às 9h, na Assembleia Legislativa. Entre os que já confirmaram presença para falar estão o secretário da Segurança Pública do Rio Grande do Sul, Airton Michels, e o comandante estadual do Corpo de Bombeiros, coronel Guido Pedroso de Melo.
A audiência ocorrerá em Porto Alegre a pedido do deputado federal Nelson Marchezan Júnior (PSDB-RS), sub-relator da comissão. Ele protocolou um requerimento para que a comissão viajasse à capital gaúcha para ouvir convidados que estavam com problemas de agenda para ir a Brasília. O objetivo foi facilitar a participação dos envolvidos com o caso da Boate Kiss. “Há mais de 30 dias estamos tentando ouvir pessoas que não conseguiam agenda. Se Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé”, aponta o parlamentar tucano.
Desde que os trabalhos da comissão externa começaram, dos nove convidados por Marchezan a irem a Brasília, apenas os delegados responsáveis pelo inquérito policial, Marcelo Arigony e Sandro Meinerz, estiveram na comissão, no dia 3 de abril. Desde o dia 26 de março, os deputados tentavam agendar o comparecimento de Airton Michels e do coronel Guido Pedroso de Melo…”
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. Não há como a gente tirar do setor público uma parcela da responsabilidade pelo que aconteceu”, diz o deputado Marchezan Júnior”
E a C.P.I, encomenda parecer..?
E a procudadoria, e as explicações..
Esses integrantes da CPI de Santa Maria envergonham nossa cidade pela incapacidade, e também pela postura incongruente com a função pública para a qual foram eleitos.