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Oi nós aqui traveis. Deputados federais voltam a tratar de reajuste. E não apenas do salário

Não serão os 91%, como se pretendia inicialmente, lembra? Mas podem ser 28%, a inflação acumulada dos últimos quatro anos. É nisso que estão pensando, e já se reunindo para tanto, os deputados federais cuja Legislatura iniciou há 45 dias, em 1º de fevereiro. Até aí, tudo bem. Já se sabia dessa intenção. Mas vem uma novidade por aí.

 

Qual? Além dos subsídios, os parlamentares querem reajustar, na mesma proporção, 28%, a chamada “verba de gabinete”. Ela, que serve para a contratação e pagamento de até 25 assessores, subiria, em números redondos, de R$ 51 mil para R$ 65 mil.

 

A decisão, a ser tomada provavelmente ainda neste mês, no máximo início de abril, não será apenas da Mesa Diretora da Câmara, o que poderia ser feito. O desgaste, se houver (e haverá), será repartido. Qualquer reajuste será aprovado em plenário. Saiba mais, lendo reportagem publicada pelo site especializado Congresso em Foco. A seguir:

 

“Câmara volta a discutir reajuste dos parlamentares

 

Alvo de enorme polêmica no final do ano passado, o reajuste dos salários dos parlamentares está de volta à pauta da Câmara. Mas, ao contrário dos 90% pretendidos anteriormente, os deputados agora devem se contentar apenas com a correção da inflação dos últimos quatro anos, o que elevaria os salários para cerca de R$ 16 mil.
   
A Mesa também discute a possibilidade de reajustar em 28% o valor da chamada verba de gabinete, que os deputados recebem para a contratação de assessores. A proposta foi apresentada ontem pelo segundo-secretário Ciro Nogueira (PP-PI). Segundo ele, para permitir o reajuste dos funcionários, a Câmara também terá de aumentar os susbsídios dos parlamentares.

 

“Só pode dar aumento aos funcionários se aumentarmos os subsídios dos deputados. Eu acredito que até o final do mês se defina se vai ter esse aumento ou não. Eu quero é tirar essa discussão dessa Casa”, afirmou Ciro.

 

Caso seja aprovada a proposta, o valor mensal da verba de gabinete subirá dos atuais R$ 50,8 mil para R$ 65,1 mil. Com esse dinheiro, os parlamentares podem contratar até 25 assessores de sua confiança. O último reajuste da verba foi em dezembro de 2005, quando subiu de R$ 42 mil para o valor atual…”

 

SE DESEJAR ler a íntegra clique aqui.

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