Confira a seguir trecho da nota publicada na madrugada de 20 de agosto de 2012, segunda:
“TRABALHO. Greves na UFSM, o momento da decisão. Governo dá a entender, claramente: é pegar ou largar!
Nesta segunda-feira, no anfiteatro da Química, no campus, reúnem-se os técnico-administrativos em greve. Na terça, docentes paralisados promovem café da manhã no prédio do CCSH, também em Camobi. Para dois dias depois, a Seção Sindical da categoria convoca assembleia, no auditório Audimax, do Centro de Educação. O que DEBATERÃO será definido em reunião do Conselho Local de Greve, nesta segunda.
Trata-se de uma semana pra lá de especial, nos dois movimentos. Como se sabe, o terceiro, dos estudantes (respeitosamente) não conta. Afinal, é de solidariedade e seguirá o que decidirem os outros dois, que o rebocam. Mas, o que mostra o momento?
No caso dos professores, conduzido pelo Andes, controlado politicamente pelo PSOL e pelo PSTU, o governo resolveu simplesmente acabar a negociação, depois do acordo firmado com o ProIfes, a entidade (minoritária) dissidente do sindicato maior. E contabiliza…”
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PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, o resultado do movimento já é conhecido – embora as avaliações sejam diversas. Mas, naquele momento, afora o privilegiamento de um dos ramos do sindicalismo (no caso docente), o governo contava com o tempo escasso para incluir reajustes no orçamento. E o brete se instalava.





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