
Na verdade, longe está de ser uma novidade. Os servidores estaduais, na assembleia geral da última terça, já haviam definido. Além da paralisação de três dias, encerrada nesta sexta (o trabalho volta ao normal na segunda-feira), um novo parcelamento salarial significará greve agora de quatro dias, a partir do dia 31.
Foi, digamos, uma “luz alta” no Governo do Estado, que já disse, aliás, que a situação está terrível. Ao que tudo indica, como você leu em nota anterior, há poucos minutos, o máximo que cada servidor receberá, no final do mês, é R$ 500, a greve se torna inevitável. Para saber mais dessa definição, vale conferir o material publicado originalmente na versão online do jornal Zero Hora. A reportagem é de Vanessa Kannenberg, com foto de Feicebuqui. A seguir:
“Servidores prometem greve de quatro dias se houver novo parcelamento…
… A greve de três dias, avalizada por 43 categorias de servidores públicos estaduais, se encerra nesta sexta-feira. Com isso, os sindicatos confirmam que os serviços, incluindo aulas, policiamento e atendimento da saúde, voltam ao normal na próxima segunda-feira. Mas deixam um alerta: se o parcelamento se repetir, haverá nova greve — e desta vez, de quatro dias.
O governo do Estado ainda não confirma se haverá parcelamento na folha de agosto — mas também não nega. O governador José Ivo Sartori já afirmou que a situação financeira está mais crítica neste mês do que em julho, quando o teto pago a quase metade dos servidores no dia 31 foi de R$ 2.150.
Para agosto, existe a possibilidade de que o valor máximo seja de R$ 500. A assessoria da Sefaz disse, nesta sexta-feira, que a quantia paga só será confirmada no fim do mês.
O balanço da paralisação dos últimos três dias, assim como as atividades de uma possível nova greve, será acordado em uma reunião unificada, com os representantes das categorias, às 14h de segunda-feira, na sede do Cpers. No entanto, a greve de quatro dias já foi aprovada pelos sindicatos no último dia 18 e acontecerá entre 31 de agosto e 3 de setembro, caso o parcelamento dos vencimentos de agosto se confirme…”
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A grande maioria destes servidores deviam ter o mesmo "ânimo" para protestar, paralizar e fazer greve, quando no exercício de suas funções !!!!