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Saudade? Daiani Ferrari volta a São Francisco de Borja. E à “terra vermelha como um coração”

“…Para terminar o passeio por São Borja, fomos até a Praça XV de Novembro, onde existem duas homenagens a Getúlio Vargas. Uma estátua em tamanho natural, naturalmente pequena, como ele era, e um monumento com a carta testamento bem no meio da praça. Dizem que este monumento foi feito para colocar os restos mortais dele. Não sei não. Mas o propósito foi este.

 

Existem tantas outras coisas que valem a pena ser vistas em São Borja; pena que não deu tempo de mostrar. Tem o cemitério com os túmulos do Getúlio, João Goulart e do Brizola, além do túmulo da Maria do Carmo. Este não fica no cemitério. Ela era uma prostituta conhecida pela comunidade, de bom coração (no bom sentido, óbvio) mas gostava de uma cachacinha. “Dois dedos”, como diria um amigo meu (ai, como queria tê-la conhecido). Morreu durante a Guerra do Paraguai, morta por um de seus amantes. Agora tem fama de santa…”

 

 

Os parágrafos acima fazem parte da crônica “Terra vermelha como um coração”, escrita pela jornalista Daiani Ferrari, colaboradora semanal deste sítio, às sextas-feiras. Para conferir o texto na íntegra, basta ir à caixa de Artigos, ao lado. Ele foi postado agora há pouquinho. Boa leitura!

 

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