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ARTE E CULTURA. Carlos Dominguez e o homem que pintou estrelas. Mas não apenas

 “…Ser artista não era considerado uma profissão. Um artista passava por ser um homem inclinado as mulheres, a bebida e a miséria. Foi natural, pois, a reação da família de Miró de contrariar a inclinação artística dele”. Parou de ler novamente. Pensou em sentar, mas não havia cadeiras. Fechou o livro. Olhou a imagem colorida da capa. Abriu de novo, agora mais na metade para o fim do volume.

“As estrelas e as constelações formam a parte mais elevada de seu vocabulário. Permanecem como expressão de um universo espiritual, desmaterializado, a qual o autor parece reservar um respeito ancestral como imagem dos aspectos mais puros, incontaminados, da personalidade humana, dos pensamentos e dos desejos….”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra do texto “O homem que pintou as estrelas da noite, o céu e a alma do mundo”, do colaborador semanal deste site, Carlos Dominguez. Formado pela UFSM e pós-graduado em Comunicação e Cultura na UFRJ, Dominguez é repórter freelancer, professor do Curso de  Jornalismo da UFSM/Cesnors em Frederico Westphalen e coordenador da Agência de Notícias Da Hora. O texto foi postado há instantes, na seção “Artigos”. Boa leitura!

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