CASO MACIEL (3). Confira, só aqui, a ÍNTEGRA DOS ÁUDIOS entregues ao Promotor

São três os áudios gravados, segundo a denúncia (confira nota que publquei agora há pouco) entregue ao Ministério Público. Uma contendo conversa acontecida no dia 27 de agosto. As outras duas se referem a diálogos ocorridos no dia seguinte, 28 de agosto.

Conforme o texto enviado ao Promotor João Marcos Adede Y Castro as gravações foram feitas por aparelho de telefone celular. O que, de certa forma, explica a dificuldade de entender algumas das conversas. Atenção: só aqui, SEM QUALQUER DEPURAÇÃO OU EDIÇÃO, você ouve A ÍNTEGRA das gravações e pode tirar sua própria conclusão. Confira:

 Gravação 01 de 27-08

 



14 comentários

  1. Marionaldo Ferreira

    Isso é jornalismo amigo!!! brincadeirinha amigo Claudemir, mas do teu (nosso) site, somos capazes de construir nossa própria opinião.Parabéns!!!

  2. Vicente O. Xavier

    Claudemir, falam em trabalho social que ajuda os humildes. Entretanto, o escritório do Programa João Carlos Maciel, não é nada mais que uma central de aquisições, em tempo integral. Pode até ter respaldo legal, mas não deveria, pq é repugnante. Trabalho social com interesses políticos? Acho que isso se chama sem-vergonhice. Usa as pessoas pobres e humildes sem emancipá-las com projetos sociais, em troca do assistêncialismo. Seria até aceitavél se não tivesse o mote eleitoral escuso. Se nos 3 meses do período eleitoral é proibida a induzir o voto do eleitor em troca de favores ou bens, nos outros 45 meses da legislatura pelo jeito pode. É lamentável. Esta na hora das autoridades tomarem suas providências.

  3. tiago fernandes

    É inadmissível a conduta do nobre vereador João Carlos Maciel, refugiar-se num projeto social para explicar o que ele faz com o dinheiro público pago para os seus assessores, sinceramente pagar R$ 400,00 para um assessor é exploração e dizer que é apenas uma contribuição espontânea para um projeto natalício é covardia. Esse ano o natal chegou mais cedo pelo jeito.
    Por a prova a inteligência alheia, usar da mídia pra se promover e fazer projeto social em plena época de campanha, ações como esta já explicam a postura do nobre verador em demonstrar desconhecimento do fato, sua vida não me interessa mas como homem público e eleito democraticamente a sua conduta deve ser exemplar e fazer justiçã ao seu gordo salário como vereador. Afinal porque será que não tirou deste salário dinheiro para pagar suas contas.
    Incrivelmente este vereador tem seguido a risca a “posição” do seu partido, me lembro bem quando se elegeu, até livro para aprender a ser parlamentar comprou, o PMDB tem mostrado que além de ser o maior partido do Brasil tem sido a instituição com maior índices de corrupção em seus quadros e este caso do vereador santa-mariense é apenas mais um. HoHoHo!

  4. Jader Hoffmeister

    Caro Claudemir! Sei que és contra (pois te escutei dizer isso no Sala de Debate), que radialista/jornalista seja proibido a ser candidato a cargo legislativo. Mas que é uma enorme desvantagem para quem não possui nas mãos a maior arma de construção ou destruição (o microfone), isto não há como negar. Essa arma tanto pode construir muitas coisas, inclusive um colégio eleitorar próprio mediante estratédgias como a do vereador/radialista João Carlos, como pode destruir qualquer instituição ou pessoas. Infelizmente, muitos políticos entrincheirados em Brasília são proprietário de emissoras de rádio e TV e, a partir delas, para se elegerem e viverem às nossas custas, agem extamente como o nosso edil.
    Ainda que neste ponto, em particular, tenhamos pensamentos frontalmente contrário, recebe deste leitor diário do teu “sítio” um fraterno abraço.
    Jader Hoffmeister
    Jadergh@hotmail.com

  5. Fritz

    Acho que o internauta Jader tocou num ponto fundamental. A promiscuidade entre política e meios de comunicação. Como seguidamente diz o Paulo Henrique Amorim, vamos “privatizar” a Globo? Pois bem, é uma covardia aqueles que usam o microfone para se promover politicamente. Alguns dirão que é preciso ter competência para isso. É verdade. No entanto, o “caso Maciel” está demonstrando que vai além de competência. Como ele mesmo admitiu em entrevista à TV Pampa, não há como separar o Maciel vereador do Maciel “assistente social”. O problema é saber onde termina uma coisa e começa outra. E os incautos continuarão fazendo doações “espontâneas” ao vereador?

  6. Ildo Luiz Callegari

    É só o começo, pois falam por aí que virão outras coisas à público, inclusive bem piores,na verdade essas denuncias me parece que não tem servido para educarem ninguém porque os caras continuam fazendo com aquela idéia de “não vai acontecer comigo”, tipo os loucos que não usam camisinha e quando menos esperam…puf!ATENÇÃO! se a polícia tratar de cuidar para valer nessa campanha eleitoral…. meu Deus!!!! porque o leilão está a todo vapor.
    Um abraço
    Ildo Callegari

  7. JOÃO ROCHA

    e pensar que este cidadão, na segunda-feira passada chamou as pessoas que protestavam trancando a av. borges de medeiros de IMBECIS, DESOCUPADOS E POLITIQUEIROS, estas pessoas só estavam protestando contra o abandono das obras do PAC, pela adiministração do Prefeito Schirmer e seus aliados.
    Nada como um dia após o outro, pois este senhor foi questionado por um manifestante de quanto ele tirava do bolso para fazer caridade, já que no meu entendimento ele fazia graça com o chapéu dos outros, e não é que acertei em cheio e a máscara caiu.
    espero que o ministério Publico vá até o final e casse o mandato de quem sempre pregou moral de cueca.

  8. Lucio Flavio

    Parabéns, mais uma vez demonstras que és um grande profissional. Espero que o teu trabalho contribua com o Min. Publico, abrindo-lhe os olhos, no sentido de que este elemento faz campanha política durante 4 anos, usando o dinheiro público, causando com isto um grande abismo entre os candidatos. Isto só causa prejuízos à nossa ainda frágil democracia. Creio que o Min. Público tem todos os elementos para cassá-lo, pois os seus pares da situação,na câmara, não o farão.

  9. Márcio Dutra

    Esse é o legítimo exemplo de um negócio autossustentável.
    1. O sujeito é eleito devido suas “obras sociais” e a repercussão destas no seu programa de rádio;
    2. Eleito, emprega assessores desde que estes façam uma “colaboração espontânea” (pausa para controlar o riso);
    3. “Investe” a colaboração dos assessores em novas obras sociais divulgadas amplamente em programa de rádio e, como resultado;
    4. Novamente é eleito.
    Seria um excelente “case” empresarial se tudo não tivesse o envolvimento do meu, do seu, do nosso dinheiro público.
    Não vou julgar ninguém até mesmo porque o processo está apenas no início e neste país, todo mundo é inocente até seja provado o contrário, mas se o caso do Ver. Maciel for parecido com o descrito acima espero que a punição seja exemplar e que esta sirva de exemplo não só para outros políticos como para nós eleitores e verdadeiros responsáveis por suas eleições.

  10. Márcio Dutra

    Vou fazer uma provocação! Neste site: http://www.pt.org.br/portalpt/index.php?option=com_content&task=view&id=10988&Itemid=319 estão definidas as colaborações de filiados ao PT e ocupantes de cargos eletivos e de confiança para o partido.
    A pergunta é: Existe alguma semelhança com o que está sendo investigado sobre o Ver. Maciel? O partido recebe a colaboração (compulsória ou voluntária?) dos filiados para investir em seus programas mas também em campanhas eleitorais, ou não? Não seria uma transferência de recursos públicos para o PT?

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