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PATROLA. Governo tem dois terços dos integrantes da CPMI do MST, no Congresso

MST: repasses sob investigação de Comissão Parlamentar de Inquérito
MST: repasses sob investigação de Comissão Parlamentar de Inquérito

Você já leu, modéstia às favas, aqui mesmo, na madrugada passada. Ao que tudo indica, o governo federal (como já acontece na CPI da Petrobrás) terá ampla maioria na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que apurará repasses ao Movimento Sem Terra. E, também como acontece no Rio Grande, só que no sentido inverso, politicamente (na CPI da Corrupção), tende a ser da base governista o comando da Comissão. Mais detalhes, na reportagem de Ivan Richard e Iolando Lourenço, distribuída pela Agência Brasil. A seguir:

Governistas terão dois terços das vagas da CPMI do MST

Os governistas terão a ampla maioria na composição da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que vai investigar o repasse de recursos federais para organizações não governamentais que, segundo a oposição, seriam ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Dos 36 membros titulares (18 deputados e igual número de senadores), 23 pertencem a partidos que integram a base de sustentação do governo.

A oposição terá 12 membros, sendo cinco deputados e seis senadores. Apesar do P-SOL não fazer parte da base do governo, o único representante do partido na comissão não deverá estar do lado da oposição.

Essa foi a segunda vez que a oposição tentou juntar assinaturas para a criação da CPMI. Na primeira, a base governista conseguiu a retirada de assinaturas em número suficiente para impedir a criação da comissão.

Depois de criada, a CPMI deverá ser instalada em, no máximo, dez dias. Isso porque o presidente do Senado e do Congresso Nacional, José Sarney (PMDB-AP), deve encaminhar amanhã (23) ofício às lideranças partidárias solicitando a indicação dos membros. Após o recebimento do comunicado, os líderes terão o prazo de cinco sessões para fazer as indicações. Caso não o façam, o presidente do Congresso terá a tarefa de indicá-los…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

SUGESTÃO ADICIONAL – confira aqui, se desejar, também outras reportagens produzidas e distribuídas pela Agência Brasil.

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