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ALÉM DAS 4 LINHAS. E por que não profissionalizam os árbitros de futebol?

“…É melhor, para a cartolagem, vivermos com o improviso, com o falso amadorismo do que com um profissionalismo de maior rigor. O presidente da comissão brasileira de árbitros, Sérgio Corrêa da Silva, se omite, não indo contra os mandatários do esporte mais popular do Brasil. Vamos empurrando com a barriga, não assumindo serem os árbitros e auxiliares de primeira divisão verdadeiros profissionais com carteira de amador. Afinal, quem consegue trabalhar com carteira assinada e regularidade e, ao mesmo tempo, viajar duas vezes por semana?!  

No futebol, cobra-se profissionalismo dos jogadores, comissão técnica, dirigentes (ao menos os gerentes de futebol) e também da imprensa (ah a “imprensa”, a antiga crônica desportiva, agora mais parecida com os co-promotores do espetáculo o qual não podem criticar seus bastidores), mas dos senhores do apito deixa-se por isso mesmo. Quantos jogos são decididos em um erro de arbitragem?…”

Esse é apenas um trecho (clique AQUI para ler a íntegra) da coluna “Além das 4 linhas”, desta semana.  A coordenação e co-autoria do texto é do jornalista e cientista político Bruno Lima Rocha, colaborador habitual deste site, com a participação, também, de Dijair Brilhantes. Ambos fazem reflexões sobre a mídia, entre outros temas.  Neste caso, o enfoque é o esporte e o que isso significa para os brasileiros. A coluna foi postada agora há pouquinho, na seção “Artigos”. Boa leitura!

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