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METADE SUL. Idéia de Valdeci, já está criada a Frente Parlamentar em defesa do carvão gaúcho

A iniciativa tinha sido do santa-mariense Valdeci Oliveira. Foi aprovada ontem, pela Assembleia Legislativa. E, assim, passa a funcionar a Frente Parlamentar em Defesa do Carvão Gaúcho, da qual o petista é um dos coordenadores. Os detalhes você acompanha através de material produzido pela assessoria do parlamentar. O texto é de Rita Barchet. A seguir:

Assembleia define criação da Frente em Defesa do Carvão gaúcho

A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa aprovou ontem a criação da uma frente parlamentar em defesa do carvão gaúcho. A iniciativa visa estimular o desenvolvimento da Metade Sul do Estado por meio do melhor aproveitamento desta matéria-prima para geração de energia elétrica. A coordenação dos trabalhos da frente ficará sob responsabilidade dos deputados estaduais Valdeci Oliveira (PT) e Luiz Fernando Schimidt (PT). Outros dez parlamentares de diferentes partidos também já confirmaram adesão ao grupo de trabalho.

A criação do instrumento, que já foi tratado e apoiado pelo presidente da Companhia Riograndense de Mineração (CRM), engenheiro Elifas Simas, tem como objetivo discutir alternativas para explorar com maior eficiência as 28,5 bilhões de toneladas de carvão que se encontram no subsolo gaúcho e que correspondem a quase 85% do total existente – 33 bilhões de toneladas – em território nacional.

Também está entre as metas da Frente Parlamentar debater formas de viabilizar empreendimentos do setor no Rio Grande do Sul para aproveitar o cenário mundial de busca por novas fontes de energia. Hoje as usinas termelétricas respondem por 2,5 % da energia elétrica produzida no país. Somente com a implantação de seis novos empreendimentos no Estado, que já está em andamento, este número sobe para 6%. “O carvão pode concretamente aquecer a economia gaúcha e em especial aquecer a deprimida economia da Metade Sul”, disse Valdeci.

O deputado Luiz Fernando Schimidt avaliou o cenário econômico onde estão localizadas as jazidas da matéria prima. “O carvão mineral, no Rio Grande do Sul, tem um papel importante na geração de energia. Com as devidas cautelas ambientais, é relevante para a geração de emprego e renda na região carbonífera e em outras regiões do estado que interagem com o setor”, concluiu o parlamentar. Valdeci também ressaltou a importância econômica da frente parlamentar. “Estamos plantando uma pequena semente que pode proporcionar uma surpreendente colheita econômica e social logo ali na frente”, afirmou o petista.

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6 Comentários

  1. Aproveito a oportunidade de parabenizar o Dep. Valdeci pela criação da Frente Parlamentar do Carvão Mineral.Neste momento em que o país cresce, energia é fundamental. Propor uma ampla discução com a sociedade gaúcha sobre o assunto através da assembléia é sem duvida oportuno. No mundo mais de 42% da energia é gerada pelo carvão. Tecnologia existe para gerar energia com sustentabilidade. Parabens deputado Valdeci

  2. @Ildo Callegari
    Entendi…
    Existe poluição boa e poluição ruim.
    A poluição boa é petista, nacionalista, bem-intencionada, similar ao primeiro mundo.
    Já a poluição ruim é neoliberal, tucana, entreguista.
    Ah…
    Não dá para falar sério com os fanáticos da seita da estrela vermelha.

  3. @Luiz
    Existem tecnologias para o carvão ser explorado sem causar problemas ambientais.
    O mundo busca alternativas, os governos do PT viabilizaram o biodiesel, mas mesmo onde se busca alternativas não é deixado de lado a exploração dos combustiveis fósseis.
    Pior é o que fazem na África, uma vedadeira carneficina para poderem dominar as áeras que estão em cima da imensa placa de bauxita.
    Diga-se de passagem que essa omissão e fornecimento de armas para grupos que geram matança é feita por países que querem cobrar do Brasil compromisso com o meio ambiente.
    Inglaterra
    Estados Unidos
    França
    Holanda
    O deputado Valdeci está correto,ou nós exploramos ou amanhão ou depois aparece um desses governos que adoram vender nossas coisas e entregam tudo para os europeus.

  4. Lá vem o impertinente perguntar:

    Por onde andam os defensores da natureza, os ecologistas da Avenida Rio Branco, os xiitas do verde, que não aparecem para criticar a atuação do nobre deputado na defesa da fonte de energia mais poluidora que existe que é o carvão?

    O silêncio seria tão grande se fosse proposta do Pozzobom?

    Mais uma vez cai a máscara dos seguidores da seita da estrela vermelha.

    Depois, não querem ser taxados com “do contra”…

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