OBSERVATÓRIO. A nova direção da Câmara, eleita em 2001. E as semelhanças com a disputa de agora
Não custa lembrar
Em 15 de dezembro de 2001:
“…Faltando menos de duas semanas para a eleição da Mesa…, o que não falta é suspense, e até alguma tensão. Na última quinta… os parlamentares ainda buscavam costurar alianças, em meio a uma sessão plenária cheia de nervosismo.
Corredores e gabinetes os mais diversos eram sede de conchavos… e até algumas fofocas de segunda mão. Reza a tradição que esperar até a undécima hora é um ato necessário de prudência, para quem pretende “acertar” o resultado. No entanto.. aparentemente já está sacramentado o acordo que mantém PT e PPB no comando…, com a adesão do PDT, e reconduzindo o pepebista Sérgio Cechin na Presidência…”
Hoje:
A nota, publicada há exatos 11 anos, é muito sugestiva. Inclusive porque vem aí mais uma eleição para a direção da Câmara. Diferente daquela época, porém, é que agora há situação e oposição aparentemente consolidados. E também é o primeiro ano da Legislatura – àquele tempo era o segundo.
De igual há o tititi. Existe quem creia que o aparente vareio que o governo deva dar pode ser estragado por alguma coisa (hoje indefinida) de última hora. Arquitetam-se as mais inusitadas estratégias, a propósito do pleito. Então, melhor esperar.
Ah, pra constar: naquela eleição o vitorioso não foi Sérgio Cechin, mas Werner Rempel, então no PMDB.
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