ComportamentoJudiciário

SUPREMO. Nove em 10 ministros praticam o horário “brasileiro”. Marco Aurélio, a exceção, alfineta colegas

Marco Aurélio: “devem ter ocupações, por certo, que eu não tenho” – ao reclamar dos colegas

Bueno, se notícia, notícia não há, bastidores também são interessantes. Esse é o raciocínio (e a orientação dos editores) dos jornalistas que cobrem grandes eventos e que não geram novidades a toda hora, necessariamente. Assim, o que resta é o entorno. E ele, sim, também pode ser interessante.

É o caso, agora, do julgamento da Ação Penal 470, também conhecida como processo do “mensalão”, pelo Supremo Tribunal Federal. O interesse midiático pelo assunto acaba levando a informações como esta, transformada em reportagem por Fabiano Lira, do G1, o portal de notícias das Organizações Globo, com foto de José Cruz, da Agência Brasil. confira:

Marco Aurélio ironiza atrasos de colegas nas sessões do mensalão

Os reiterados atrasos dos integrantes doSupremo Tribunal Federal (STF) para as sessões do julgamento do mensalão têm incomodado o ministro Marco Aurélio Mello, segundo magistrado mais antigo da corte. Mesmo programados para ter início às 14h, as reuniões nunca começaram na hora marcada.

Indagado por jornalistas nesta segunda-feira (10) sobre como interpretava os atrasos diários dos colegas, Marco Aurélio ironizou a falta de pontualidade dos ministros do STF. “Uma ocupação maior dos meus pares que, talvez, eu não tenha”, disparou.

Há 22 anos no Supremo, Marco Aurélio é reconhecido entre magistrados e servidores pelo apego à liturgia da corte e pela pontualidade. Em todas as sessões do julgamento do mensalão, ele é o primeiro ministro a chegar ao plenário.

Em regra, Marco Aurélio entra no recinto de julgamento por volta das 13h50, horário em que advogados e jornalistas começam a se acomodar nas poltronas do plenário. O ministro, então, cruza o salão em direção a seu assento e, sem se sentar, mexe rapidamente em pastas e papéis. Depois, retorna a passos lentos para a sala contígua.

O rito de Marco Aurélio se repete em todas as sessões do mensalão. De volta à sala de lanches, ele veste a toga e se posiciona na porta que separa o plenário do ambiente reservado aos magistrados à espera dos demais colegas. Por tradição, os ministros do STF ingressam juntos no salão de votações, em fila formada com base no critério de antiguidade. Marco Aurélio é o terceiro da fila, logo atrás do presidente do Supremo, Carlos Ayres Britto, e do decano da corte, ministro Celso de Mello…”

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