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A NOIVA. Quais são, afinal, os “atributos” do PSD, que todos os potenciais candidatos ao Planalto o querem?

A presidente Dilma Rousseff, anuncia-se, vai oferecer um ministério. E o PSD vai aceitar. Afinal, nas palavras de seu maior líder, o ainda prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, “não é de direita, esquerda ou centro”. E uma pasta no governo, por menor que seja, não é de se jogar fora.

Os outros nomes potenciais ao Palácio do Planalto também correm atrás do partido. Vale para o tucano Aécio Neves e até o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, do PSB – que não se sabe para que lado vai.

Mas, o que tem o PSD de Kassab? Ora, tempo de TV. E não é pouco. Cá entre nós, existiria outra explicação, digamos, política para esse interesse? Em todo caso, o fato é que todos querem o PSD, como mostra reportagem de João Domingos, no jornal O Estado de São Paulo. Confira:

PSD vira partido estratégico para 2014…

O recém-criado PSD do prefeito Gilberto Kassab tornou-se um partido estratégico para os três potenciais candidatos principais à Presidência em 2014: a presidente Dilma Rousseff, do PT, que vai disputar a reeleição, o senador Aécio Neves, do PSDB, já lançado à disputa pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, do PSB, que estuda a possibilidade de brigar também pelo posto.

O PSD – que, segundo o próprio Kassab, não é “nem de esquerda, direita ou centro” – tem vínculos com todos os principais partidos que vão para a disputa daqui a dois anos. Kassab mantém-se próximo da presidente Dilma Rousseff, de Aécio Neves e de Eduardo Campos. Mas, por ter oferecido um ministério ao partido – por enquanto a ainda não criada Secretaria das Micro e Pequenas Empresas -, a presidente Dilma ganhou a dianteira na disputa. “Eu diria que, nesse momento, a tendência é ficarmos com a presidente Dilma”, disse o líder do partido na Câmara, deputado Guilherme Campos (SP).

Outros parlamentares do PSD, no entanto, afirmam que os três candidatos podem ganhar a adesão da nova legenda. Lembram, por exemplo, que o PSB de Eduardo Campos foi de importância fundamental para a criação do novo partido, principalmente em estados do Sul e no Nordeste. Portanto, a gratidão permanece e não será surpresa se, numa eventual candidatura do governador de Pernambuco, o PSD venha a marchar com ele…”

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