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MEIO AMBIENTE. Plano Diretor vai propor soluções. Mas estas dependerão de recursos ainda inexistentes

Respeitosamente, o editor já antecipa: o material produzido e distribuído pela Coordenadoria de Comunicação Social da Prefeitura tem pelo menos um equívoco. Diferente do que informa a reportagem, o Plano Diretor de Saneamento Ambiental pode até querer, mas não “acabará por solucionar o problema da poluição de arroios na cidade”, por exemplo.

Deverá, no entanto, apontar as soluções, a partir dos dados coletados agora. É pra isso, inclusive, que o PDSA, está sendo realizado, ao custo de quase R$ 1 milhão financiados pelo Banco Mundial (conforme aprovado pela Câmara de Vereadoeres, ainda na gestão de Valdeci Oliveira). Conforme o prazo estipulado, o Plano terá que ser concluído até maio.

Mas, não obstante esse equívoco (o de colocar o PDSA como solucionador), é fato que as informações oferecidas são importantes. E fundamentais. E dão a medida do que a comuna e o governo terão que fazer, inclusive porque se tornará lei, para resolver a questão ambiental na comuna. E que dependerão de recursos hoje inexistentes e ainda a ser buscados, o que já são outros quinhentos. Ah, para conferir o material, assinado por Guilherme Bicca, acompanhe a seguir:

 “Plano Diretor de Saneamento Ambiental finaliza fase de levantamento de dados e diagnósticos

…Sob a responsabilidade do consórcio espanhol AgBar/Quiron, com financiamento junto ao Banco Mundial (Bird) no valor de R$ 937 mil, o PDSA será um dos norteadores das políticas públicas do Município no que se refere a saneamento básico, englobando segmentos de água; esgotos; drenagem urbana; resíduos sólidos e limpeza urbana. Hoje, 52% da cidade possui esgoto cloacal. A meta do Plano é de completar os 48% restantes até o ano de 2020.

O Plano se encontra em fase de finalização da etapa de pesquisa e diagnóstico, realizado através do levantamento de dados junto ao departamento de água e esgoto da Corsan; de plantas e mapas da drenagem pluvial da Prefeitura, na cidade; e de pesquisas do Departamento de Hidrologia do Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM); empresas concessionárias do serviço de recolhimento de resíduos; além da Superintendência de Vigilância Sanitária, com relação a resíduos hospitalares.

 “Em cima desses dados, eles traçaram um diagnóstico da situação para estabelecer as comparações com aquilo que seria considerado o ideal e encontrar os gargalos. Esse diagnóstico servirá de base para a próxima fase do Plano que consiste na elaboração de proposições que nos serão apresentadas para que possamos fazer uma espécie de filtragem e então, em conjunto com o consórcio, elaborarmos o esboço do texto final”, explica o fiscal do serviço, Francisco Severo…”

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