JudiciárioTrabalho

NÃO CUSTA LEMBRAR. Uns são, sim, mais iguais

Confira a seguir trecho da nota publicada na madrugada de 15 de abril de 2012, domingo:

QUE TAL?! Magistrado era “desapegado ao trabalho”. Foi demitido? Não, aposentado

Por essas e outras, a sociedade tem lá suas desconfianças. Afinal, há diferença em você ser um cidadão comum e, por exemplo, um magistrado. Não se fala aqui de salário (justo, na opinião do editor) nem de responsabilidades (muitas, vitais, com certeza). Mas da relação do profissional, que ele também é, com o seu patrão, no caso, o Estado.

Para não ficar só no trololó, acompanhe a história de um magistrado paulista (mas não é o único caso no País, creia) que produzia pouco e era desapegado ao trabalho. A reportagem foi originalmente publicada no sítio especializado Espaço Vital, também disponível no Jornal do Comércio, duas vezes por semana. A seguir:

 “Juiz é aposentado por baixa produção e desapego ao trabalho 

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu aposentar o juizOdesil de Barros Pinheiro, que estava em disponibilidade (remunerada – claro!…) desde 2005. O magistrado foi considerado...” 

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUEAQUI                                 

PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, o tal juiz preguiçoso acabou mesmo aposentado. E com um bom troco no bolso, pago mensalmente pelo contribuinte. Assim, não há dúvida que, como sugere o título deste “Não custa…”, há gente que é mais igual que outros. Ah, há!

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