EstadoEstradas

NÃO CUSTA LEMBRAR. O novo modelo dos pedágios

Confira a seguir trecho da nota publicada na noite de 12 de junho de 2012, terça:

FLASH. Empresa Gaúcha de Rodovias aprovada na AL. Novo modelo de pedágios a caminho, diz Valdeci

Aprovação da EGR encaminha novo modelo de pedágios

Após mais de seis horas de debates na Assembleia Legislativa, o Parlamento Gaúcho aprovou, por 31 votos a nove, o projeto de lei do Executivo que institui a Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR). A aprovação do projeto representa o primeiro passo concreto para mudar o modelo de pedágios no Rio Grande do Sul. Para o líder do governo na Assembleia, deputado Valdeci Oliveira (PT), a sessão foi histórica. “Foi uma vitória da sociedade gaúcha que não suporta mais pedágios caros e falta de obras e duplicações nas nossas rodovias. O Parlamento deu um primeiro basta a este modelo leonino e perverso de pedágios, que já dura 15 anos”, enalteceu o deputado…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI           

PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, a Empresa Gaúcha de Rodovias, mais que realidade, já começa seu trabalho efetivo, com o fim das antigas concessões das estradas. Então, é ver o que acontece. E cobrar, claro.

Leia também

ATENÇÃO


1) Sua opinião é importante. Opine! Mas, atenção: respeite as opiniões dos outros, quaisquer que sejam.

2) Fique no tema proposto pelo post, e argumente em torno dele.

3) Ofensas são terminantemente proibidas. Inclusive em relação aos autores do texto comentado, o que inclui o editor.

4) Não se utilize de letras maiúsculas (CAIXA ALTA). No mundo virtual, isso é grito. E grito não é argumento. Nunca.

5) Não esqueça: você tem responsabilidade legal pelo que escrever. Mesmo anônimo (o que o editor aceita), seu IP é identificado. E, portanto, uma ordem JUDICIAL pode obrigar o editor a divulgá-lo. Assim, comentários considerados inadequados serão vetados.


OBSERVAÇÃO FINAL:


A CP & S Comunicações Ltda é a proprietária do site. É uma empresa privada. Não é, portanto, concessão pública e, assim, tem direito legal e absoluto para aceitar ou rejeitar comentários.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo