Confira a seguir trecho da nota publicada na madrugada de 30 de dezembro de 2012, domingo:
“MÍDIA. No Brasil, cinco famílias controlam o mercado. Na Argentina, apenas um grupo. E briga com a Cristina…
… Se você ler apenas o que escreve a mídia brasileira, e acreditar nela, muito provavelmente se colocará contra Cristina Kirschner, a presidente da Argentina. Inclusive porque aqui não dizem que o que ela fez lá (a famosa “lei de médios”), além de ter sido aprovado pelo Congresso, obteve respaldo na Suprema Corte, o STF deles.
Mas isso é só a questão legal. Vamos a outra situação: no Brasil, apenas cinco famílias controlam o que você lê e vê. E morrem de medo de que alguma coisa (que, aliás, seria necessária) fosse feita – inclusive para impedir que, contra a Constituição (tsc, tsc, tsc…), grupos restritos rateiem entre si em contratos claramente contrários à realidade, um número muito acima do legal de emissoras de rádio e tv, teoricamente concessões públicas.
Mas, feita essa ressalva, é interessante a leitura de um outro ponto de vista, não o dominante na mídia oligopolista do Brasil, sobre o que afinal está por trás da briga entre a dona Cristina e o Grupo Clarin (e outros), em território portenho…”
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PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, pelo lado portenho a coisa anda, apesar dos espasmos dos clarinistas adeptos do monopólio. Lá, o Judiciário tem garantido, devagarinho mas sempre, a legalidade das ações do governo. Já no Brasil… Bem… no Brasil.. ah, no Brasil…
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