VESTIBULAR. Vai ficar mesmo para o magistrado

Como este sítio AQUI (o que não é vantagem alguma, pois parecia, e era, óbvio), nada de “conciliação”, no encontro promovido pelo juiz federal Loraci Flores de Lima. Tanto a UFSM quanto os empresários, representados na manhã de sexta-feira, na Justiça Federal, mantiveram seu ponto de vista, acerca da decisão tomada em maio, pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade – que acabou, já, o concurso vestibular na instituição.
Vai daí que já corre o prazo para a manifestação do Ministério Público Federal e, em seguida, o magistrado dará uma decisão. Ainda não necessariamente sobre o mérito, mas em relação ao pedido dos empresários, que querem efeito suspensivo para a decisão da UFSM. A também conhecida como “liminar”.
Sobre o que houve sexta-feira, a propósito, confira o material publicado na versão online do jornal A Razão. A reportagem é de Nathalia Costa, com foto de Juliano Mendes. A seguir:
“Audiência entre UFSM e entidades empresariais termina sem acordo
Uma audiência de conciliação entre a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e as entidades contrárias à forma como foi extinto o vestibular da instituição terminou sem acordo entre as partes na manhã de hoje, na Justiça Federal.
Anteriormente, entidades empresariais de Santa Maria, através do advogado João Marcos Adede y Castro, ingressaram como uma ação contra a forma como foi extinto o vestibular da UFSM. A decisão a respeito do concurso foi tomada pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) da instituição, a partir da adesão em 100% ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu) por parte da UFSM ainda em 2014. A ação das entidades empresariais foi protocolada no dia 5 de junho na Justiça Federa, objetivando reverter a decisão do Cepe, mantendo o vestibular em 2015.
Cada uma das partes envolvidas manifestou-se durante a audiência, em uma tentativa de acordar sobre a questão. Os questionamentos do Ministério Público também foram colocados, para auxiliar a avaliação do caso por parte do órgão federal. Sem o acordo intencionado pela audiência, o caso seguirá para a Justiça. A documentação resultante da audiência, bem como as provas da UFSM, foram encaminhadas ao Ministério Público ainda nesta sexta-feira. O Ministério terá três dias, a partir da notificação, para se manifestar sobre o caso. O parecer emitido pelo Ministério será encaminhado ao juiz federal Loraci Flores de Lima, que decidirá se concede – ou não – uma liminar sobre o caso…”
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