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ELEIÇÕES. Mais de 27 mil urnas serão utilizadas no Rio Grande. E há 4,7 mil de reserva. Se for necessário

TSE fez último teste em 2012. Sugestões da UNB foram acatadas e já incorporadas às urnas
TSE fez último teste em 2012. Sugestões da UNB foram acatadas e incorporadas às urnas

A parte mais visível, digamos assim, de uma eleição é a campanha. A busca do voto. O debate. E até o confronto ideológico, quando ocorre. Poucos prestam atenção aos bastidores. Neste final de semana, mesmo, o Diário de Santa Maria está publicando a relação de mais 800 mesários convocados pela 135ª Zona Eleitoral.

Mas não é só isso. Há também questões técnicas relevantes, sem as quais o sucesso do pleito pode ser comprometido. Uma delas é a das urnas eletrônicas. E que mereceram uma elucidativa reportagem, assinada por Jaqueline Silveira, no jornal eletrônico Sul21. A foto é  foto de Nelson Júnior/TSE. Vale conferir, a seguir:

Eleição no RS terá 27.049 urnas

A eleição deste ano no Rio Grande do Sul contará com 27. 049 urnas. Além disso, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) terá 4.720 de reserva para o caso de um dos equipamentos apresentar algum defeito no dia do pleito. As urnas começarão a ser preparadas para a eleição de 5 de outubro no mês de setembro, quando é feita a carga das baterias e o carregamento das mesmas com a geração dos cartões de memória, que irão armazenar seções eleitorais, nomes dos candidatos, números de eleitores e as fotos dos concorrentes. Nesse momento, conforme o secretário de Tecnologia da Informação do TRE, Daniel Wobeto, ocorre a fiscalização por parte dos partidos. Processados os dados, os cartões são lacrados.

As urnas ficam guardadas nas zonas eleitorais e depois de preparadas com todos os dados armazenados é feito, ainda, um último teste dois ou três dias antes da eleição. Implantado há 18 anos, o sistema de urna eletrônica tem se mostrado confiável. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) costuma fazer testes para evitar possíveis fraudes. O último foi feito em 2012, quando professores e alunos da Universidade Federal de Brasília (UNB) identificaram uma falha em relação ao sigilo do voto, que teria servido para o TSE aperfeiçoar o sistema.

O secretário de Tecnologia da Informação do TRE disse que este ano o TSE não fez o teste por entender que não seria necessário e também pelos custos elevados. Conforme Webeto, o Tribunal Superior Eleitoral acolheu as sugestões da UNB e melhorou o sistema. Além disso, destacou ele, a eletrônica é altamente segura, uma vez que em caso de roubo e houver alguma alteração, o sistema identificará na hora de confrontar os dados. “O sistema é seguro, não se tem notícia de que uma urna foi burlada”, acrescentou Webeto. No Rio Grande do Sul, ele informou que não foram detectados problemas em relação à fraude. Também, segundo o secretário, não há muita preocupação em relação à segurança das urnas por não ser atrativa atualmente. “É um equipamento igual a outro. Não tem interesse hoje por questão patrimonial”, justificou Webeto. O único episódio que ocorreu, de acordo com ele, foi uma invasão ao cartório eleitoral de Bento Gonçalves, na Região da Serra, para roubarem os cabos de cobre das urnas…”

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