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SEGURANÇA. Mais de ano e meio após a tragédia da Kiss, enfim prefeitura reativará o Gabinete Integrado

Sala de monitoramento das câmeras instaladas na cidade: o trabalho tem que ser integrado
Sala de monitoramento das câmeras instaladas na cidade: o trabalho tem que ser integrado

É pensamento dominante, ainda que não expressado publicamente por ninguém: o Gabinete de Gestão Integrada Municipal, fundamental instrumento para as ações de segurança pública no âmbito da comuna, e sob responsabilidade da Prefeitura, ficou desativado desde a tragédia de 27 de janeiro por uma (nada) singela razão: as tensões provocadas pelo trabalho policial, no Palacete da SUCV.

Para quem tem memória (é o caso deste editor, que ainda por cima mantém arquivos), foram sucessivas as escaramuças verbais por conta do descontentamento do Executivo em relação ao trabalho, especialmente, da Polícia Civil.

Passados quase 19 meses, os danos para as ações de segurança estão enfim falando mais alto do que as desinteligências. E é por conta disso, deduz o sítio, que esse importante instrumento será enfim reativado, por iniciativa de quem deveria, o prefeito Cezar Schirmer.

Bem, o que você leu até aqui é análise e opinião do editor. A seguir, você confere a versão oficial para a possibilidade concreta de reativação. E ela vem da assessoria de imprensa da Prefeitura. O texto é de André Campos, com foto de João Alves. Acompanhe:

Executivo planeja a retomada do GGIM – núcleo interinstitucional de trabalho integrado em segurança

A possibilidade de funcionamento do Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGIM) ganhou repercussão intensa na mídia local, a partir de uma manifestação do prefeito Cezar Schirmer. Ao declarar que estuda a reativação desse núcleo interinstitucional de debates com temática centrada em questões da segurança pública para o mês de setembro, o chefe do Executivo declarou que o município pode colaborar para o conjunto de atividades que não são prioritariamente suas e por força constitucional são atribuições do Estado, por meio de seus órgãos de Polícia Civil e Brigada Militar.

“Há uma estrutura tecnológica que dá suporte ao trabalho da Guarda Municipal e podemos aliá-la ao ambiente propício para o diálogo construtivo e a união de esforços para ações conjuntas com vistas à segurança pública”, disse Schirmer.

“Acredito que não se espera discutir responsabilidades, ou transferir atribuições de uma para outra instituição, mas de aproximarmos ao máximo possível nossas competências e estruturas ao conceito de ‘trabalho integrado’; penso que aos moldes de experiências já…”

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2 Comentários

  1. “Acredito que não se espera discutir responsabilidades, ou transferir atribuições de uma para outra instituição….
    Haja visto os 548 dias e noites do crime da Kiss.
    Até hoje, sem culpados.
    Algo para fazer o de sempre. Nada.
    Inoperância.

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