SUPREMO. Bolsonaro se defende de ações da PGR e de Maria do Rosário, a quem acusa de agir “por birra”

SUPREMO. Bolsonaro se defende de ações da PGR e de Maria do Rosário, a quem acusa de agir “por birra” - bolsonaro

Bolsonaro: para ele, foi “birra” da deputada

É caso para o ministro Luiz Fux e seus colegas de uma das turmas do Supremo Tribunal Federal. Ele já recebeu a defesa prévia do deputado Jair Bolsonaro, do PP, processado pela Procuradoria Geral da República e pela deputada Maria do Rosário, do PT.

Mais que negar a injúria, a calúnia e a incitação ao estupro, o parlamentar de extrema direita, objetivamente, tentou transformar a vítima em culpada, como pode se perceber no material publicado originalmente pelo G1, o portal de notícias das Organizações Globo. A reportagem é de Mariana Oliveira, da TV Globo/Brasília. A foto é de Reprodução. A seguir:

Ao STF, Bolsonaro diz que Rosário o acionou na Justiça por ‘birra’

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) apresentou defesa prévia em dois processos no Supremo Tribunal Federal (STF) e negou ter cometido os crimes de injúria, calúnia e incitação ao estupro. As acusações são fruto de um desentendimento com a também deputada Maria do Rosário (PT-RS), ex-ministra dos Direitos Humanos. Segundo o parlamentar fluminense, a colega o acionou na Justiça por “birra”, uma vez que, na visão dele, a desavença poderia ter sido resolvida em uma conversa no próprio Congresso Nacional.

Bolsonaro destacou em sua defesa que a deputada do PT não tentou notificá-lo de forma extrajudicial, para pedir, por exemplo, uma retratação. Para ele, a queixa tem “cunho político”.

“A querelante [Rosário], por birra, em virtude das posições políticas contrárias do querelado, traz ao Poder Judiciário problema que poderia ser resolvido na esfera do próprio Poder Legislativo.”

Em dezembro do ano passado, durante discurso no plenário da Câmara, Bolsonaro voltou a dizer que não estupraria a deputada porque “ela não merece”. Depois, em entrevista ao jornal “Zero Hora”, reiterou a declaração: “Ela não merece [ser estuprada] porque ela é muito ruim, porque ela é muito feia. Não faz meu gênero. Jamais a estupraria.”

Por conta das declarações do colega de Legislativo, a deputada gaúcha protocolou uma queixa-crime no Supremo pedindo que Bolsonaro responda por injúria e calúnia. Além disso, a vice-procuradora-geral da República, Ela Wiecko, denunciou Bolsonaro ao STF pelo crime de incitação ao estupro…”

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